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Seja pelo preço, pela facilidade ou pela pressa em evitar consultas médicas e exames, a busca pelo emagrecimento tem levado pessoas a recorrerem a canetas emagrecedoras falsas, muitas delas vindas do Paraguai. Segundo a endocrinologista Claudia Santana, a perda de peso sem qualquer acompanhamento médico representa um risco à saúde e à própria vida, já que há registros de usuários que apresentaram hipoglicemia grave, crises convulsivas e até morreram em decorrência do uso desses medicamentos falsificados.

Em entrevista ao , a médica explica que as canetas comercializadas de forma paralela não possuem estudos clínicos que comprovem sua composição, o que abre margem para adulterações e contaminações. Conforme a especialista, análises já identificaram produtos batizados com substâncias como T3, semaglutida, liraglutida e até insulina, usadas para reduzir o custo de produção, o que aumenta significativamente o risco de efeitos colaterais graves.

Por RepórterMT