Na manhã de hoje, (3), terça feira, o proprietário de uma distribuidora de colchões de marca Juppermag, o senhor Márcio Reino, compareceu na delegacia relatando a sua versão sobre a venda do colchão ao senhor Adelmo Miranda, de 74 anos, o mesmo disse que seus vendedores realizaram os trabalhos de porta em porta e que um deles realizou a venda ao senhor Adelmo, no valor de R$ 5.448,00 (cinco mil quatrocentos e quarenta e oito reais), sendo realizada a entrega do produto no último dia 29/07, e que o pagamento foi feito a vista através de uma empresa de financiamento, sendo da seguinte maneira, a empresa efetua a venda, o cliente vai até o banco ou financiadora e efetua um financiamento consignado para ser descontado em folha de pagamento ou de previdência, que por sua vez, o banco ou financiadora efetua o crédito na conta do cliente o qual em seguida, efetua o saque e o pagamento a vista do colchão para o declarante.

O comunicante disse ainda que no caso específico do senhor Adelmo Miranda, ele fez um financiamento junto a financiadora, posteriormente foi junto com o declarante até a agência bancária, no local, ele (Adelmo) realizou o saque do referido valor e pagou o preço do colchão, porém, na última sexta feira o filho do senhor Adelmo, entrou em contato com o vendedor e com ele (declarante), alegando que o seu pai havia sido enganado e queria o dinheiro de volta, sendo que, na data de ontem, (2), segunda feira, o declarante repassou ao filho do senhor Adelmo um cheque no valor de R$ 5.448,00 (cinco mil quatrocentos e quarenta e oito reais), á título de devolução do valor pago pelo colchão, ficando combinado de buscar o colchão na residência do senhor Adelmo.

O senhor Márcio disse que não houve qualquer tipo de crime praticado pela empresa ou má fé na transação, salientando que por parte dele (comunicante), não houve qualquer saque indevido na conta do cliente Adelmo e não sabe dizer o porquê do filho dele (Adelmo) alegar tal situação.

"Nosso trabalho é sério e sempre respeitamos os nosso clientes", finalizou