<a href="http://www.ripanosmalandros.com.br/estudante-de-13-anos-desaparece-e-homem-de-25-anos-e-apontado-como-autor-de-sumico/giroflex-e-jovem/" rel="attachment wp-att-41230"><img class="aligncenter size-full wp-image-41230" src="https://ripanosmalandros.com.br/wp-content/uploads/2015/11/giroflex-e-jovem.jpg" alt="giroflex-e-jovem" width="600" height="289" /></a>A estudante Liry Rízzia, de 13 anos, está desaparecida desde às 20h de quinta-feira, 19 de novembro. Moradora do bairro Jardim Eldorado, em Várzea Grande, ela teria deixado sua casa acompanhada de um homem de 25 anos com quem supostamente mantinha um relacionamento sem o consentimento familiar. Esse homem. G., é vizinho a casa da jovem e não foi mais visto desde então. Desesperada, a família da menina contou ao <em><strong>Olhar Direto</strong></em> que fez buscas em diversos pontos da cidade, mas até a data de hoje, 21, não obteve informações que pudessem levar ao paradeiro da jovem. Revoltado, o tio da jovem - Max Dias - contou a reportagem que somente depois de ir acompanhado de um advogado até a Central de Flagrantes em Várzea Grande conseguiu registrar uma queixa do desaparecimento da menina. "Ficavam jogando a gente de um lado para o outro. Por fim, registramos a queixa. Mas na prática, não sabemos se estão investigando o caso. É uma criança, um caso de estupro de vulnerável. Um absurdo”, reclamou ele. Dias explicou que o caso sobre o sumiço começou a ser ‘desvendado’ com ajuda da irmã da adolescente, uma criança de oito. Liry era responsável por cuidar da irmã para que a mãe pudesse trabalhar. Questionada sobre o dia do desaparecimento, a garotinha contou aos familiares que na quinta-feira, 19, Liry não foi à escola. Ela passou o dia em casa na companhia do rapaz de 25 anos trancada no quarto. "Ela chegou a preparar o almoço para ele". “A garotinha disse que eles ficaram no quarto. Que a irmã fez almoço e depois saiu dizendo que iria comprar doce para a menor e sumiu”, contou. Na sequência ao sumiço, toda a família passou a buscar informações que pudessem levar a encontrar respostas do que havia acontecido. "Procuramos muito e, por fim, achamos uma amiga que contou que iria fugir também, mas desistiu”. Somente por volta de 1h30 da madrugada de sábado é que a família soube que o ‘suspeito’ era vizinho. Dias aponta que a mãe do jovem foi inquirida e relatou que desconhecia saber quanto ao paradeiro do rapaz. Informou ainda que ele havia saído de casa com apenas algumas peças de roupa."Vendo todo o desespero da família e nada contaram para gente". A estudante desaparecida deixou a residência com apenas R$ 20 (que era destinado a compra de lanches), duas peças de roupas e uma mochila cor-de-rosa. Quem puder ajudar com informações que levem ao paradeiro da estudante pode entrar em contato por meio do telefone 9609-2812, com Max. O número para denúncias à Polícia Civil é o 197. O tio da menina autorizou a divulgação da imagem da jovem. O artigo 214, do Código Penal, cita que manter conjunção carnal ou praticar outro ato libidinoso com menor de 14 (catorze) anos pode gerar pena de reclusão de oito a quinze anos de prisão. Fonte:olhardireto