Ocorrência policial — Foto por: Reprodução

No começo da noite de ontem, domingo (14), por volta das 19h30, momentos de tensão e pânico tomaram conta do bairro Vista Alegre após disparos de arma de fogo serem registrados na região. De acordo com informações repassadas ao Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (CIOSP), dois suspeitos efetuaram vários tiros e fugiram em direção aos bairros Cohab Nova e Jardim Primavera.

Assim que receberam a denúncia, equipes da Polícia Militar e da Rotam iniciaram uma intensa caçada aos criminosos. Durante as diligências, populares informaram que dois indivíduos haviam entrado em um imóvel conhecido como ponto de venda de entorpecentes, localizado no bairro Jardim Solução.

Nas proximidades do local, os policiais abordaram um adolescente de 16 anos. Durante a entrevista, ele confessou ter participado do ataque a tiros ao lado de um comparsa, morador do Residencial Jardim Aeroporto. O menor revelou ainda que o outro suspeito havia fugido utilizando a motocicleta empregada na ação criminosa.

O adolescente também informou que a arma utilizada no atentado estava escondida em uma residência ao lado do imóvel de onde havia saído pouco antes da abordagem.

Ao chegarem ao endereço indicado, os policiais localizaram a arma de fogo e encontraram um homem de 45 anos, que assumiu ter ficado responsável por esconder o armamento.

Com as novas informações, as equipes seguiram até a residência do segundo suspeito, de 28 anos, apontado como participante direto do ataque. No local, os policiais encontraram a motocicleta utilizada no crime e realizaram a abordagem.

Durante a ação, o suspeito confirmou que ele e o adolescente efetuaram os disparos contra a residência de uma vítima de 17 anos, no bairro Vista Alegre. A ocorrência é investigada, inicialmente, como tentativa de homicídio.

Ainda segundo o suspeito, o ataque teria sido ordenado por uma facção criminosa da qual ele faz parte.

Diante dos fatos, os envolvidos receberam voz de apreensão e prisão e foram encaminhados ao Centro Integrado de Segurança e Cidadania (CISC), onde permaneceram à disposição da Justiça.

O caso segue sob investigação.