FACCIONADOS INVADEM CASA E FINGEM SER POLICIAIS PARA MATAR DESAFETO EM CÁCERES
em 19/02/2026 as 09:05
A Polícia Militar prendeu dois homens suspeitos de invadir uma residência, ameaçar moradores com arma de fogo e integrar organização criminosa na madrugada desta quinta-feira (19), em Cáceres. O intuito dos bandidos era assassinar um homem conhecido como “Toninho da Prefeitura”.
A ocorrência foi registrada por volta de 00h40, após denúncia informando que dois criminosos haviam invadido uma casa no bairro Jardim Padre Paulo com o objetivo de localizar e executar um homem. Conforme relato das vítimas, eles pularam o muro do imóvel, arrombaram a porta e entraram se passando falsamente por policiais.
De posse de arma de fogo, os invasores apontaram o revólver para os moradores e exigiram informações sobre o paradeiro do alvo. A ação criminosa só foi interrompida após verificarem o documento de um dos residentes e constatarem que ele não era a pessoa procurada. Em seguida, fugiram tomando rumo ignorado.
Equipes da Polícia Militar iniciaram diligências e conseguiram localizar um dos suspeitos nas proximidades da Associação da Polícia Militar. O segundo foi abordado na Avenida das Camélias, em frente ao Mercado Barros, ainda com a motocicleta utilizada na ação.
Durante a abordagem, os policiais apreenderam um revólver calibre .38, marca Rossi, com numeração suprimida, contendo cinco munições no tambor e outras cinco no bolso de um dos suspeitos. Também foram recolhidos dois aparelhos celulares e uma motocicleta Honda CG Titan, de cor verde.
Em entrevista preliminar, segundo a PM, os detidos relataram que teriam recebido a missão de uma facção criminosa para localizar e executar o homem mencionado.
Ambos foram encaminhados, sem lesões aparentes, à 1ª Delegacia de Polícia Civil de Cáceres, onde permanecem à disposição da Justiça. Um advogado acompanhou o procedimento.
Os suspeitos, de 26 e 30 anos, já possuem antecedentes criminais por crimes como roubo, furto, receptação, estelionato e fraude eletrônica.
O caso segue sob investigação.
Por Folhamax
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