Na noite de ontem, 02/01 (terça feira), por volta das 20:00Hs, uma jovem de iniciais B.G. de 18 anos, moradora do Bairro São José, compareceu na delegacia de policia para registrar um boletim de ocorrência de abuso sexual, contra ela e sua irmã, menor de idade, tendo como suspeito seu ex padrasto.

VAI VENNNNNNNNNNNNNDO

A comunicante relatou aos investigadores de plantão na 1DP que sua mãe, manteve um relacionamento por um ano e sete meses, com um pastor de uma Igreja Evangélica, sendo ele de iniciais J.N.C. de 46 anos, mas que sua mãe trabalha como cuidadora de idosos, no período noturno e durante o dia trabalha como cozinheira na mesma casa e que durante o tempo em que sua ma~e estava trabalhando o seu padrasto (pastor) abusava sexualmente dela e de sua irmã, de 13 anos, na época, que passava as mãos em seu orgão genital, mas com ela (comunicante) mantinha relações sexuais e com isso vindo a engravida-la, mas quando nasceu a criança foi registrado apenas em seu nome.

A comunicante disse ainda que era abusada quase todos os dias pelo padrasto e que tentava reagir, na tentativa de evitar os abusos, mas como ele era mais forte, não conseguia e com isso era abusada, mas algum tempo depois, quando ele (pastor) descobriu que ela estava grávida, o mesmo obrigou ela abortar o bebê e que era constantemente ameçada pelo padrasto, dizendo que se ela contasse para alguém que o filho era dele iria mata-la.

Contou ainda que todas as vezes que sua mãe perguntava de quem era o filho que ela esperava a mesma ficava calada, pois o 'pastor' sempre estava perto e que o tempo foi passando, a criança nasceu e foi se parecendo com o padrasto, então a sua mãe insistiu para que ela falasse quem era o pai da criança, nisso ela criou coragem e contou que na verdade a criança era filho do marido dela (pastor), seu padrasto, mas que a sua irmã mais nova já havia relatado para ela (mãe) que o pastor, por várias vezes passava a mão em sua partes íntimas, nisso a sua mãe mandou o suspeito embora da casa, mas que ele começou a lhe agredir, tentando lhe enforcar, então resolveram denuncia-lo.

Após o fato o suspeito (pastor) foi embora para o estado do Rio Branco do Acre, onde reside seus familiares e atualmente esta 'pregando' ajudando um grupo de sem tetos na localidade.