<a href="http://www.ripanosmalandros.com.br/greve-dos-escrivaes-de-policia-de-mato-grosso-por-conta-do-nao-cumprimento-da-lei-no-5402014-por-parte-do-governador-pedro-taques/greve-2/" rel="attachment wp-att-32695"><img class="aligncenter size-full wp-image-32695" src="https://ripanosmalandros.com.br/wp-content/uploads/2015/02/greve.jpg" alt="greve" width="514" height="271" /></a>Após cumprimento do prazo legal de 72 horas para notificação do Governo do Estado de Mato Grosso, cerca de 600 escrivães da Polícia Civil deflagraram greve no Estado nessa Sexta-Feira, dia Os Escrivães de Polícia Judiciária Civil, que são os auxiliares diretos da Autoridade Policial, responsáveis por conferir legitimidade às atribuições de polícia judiciária no esclarecimento de crimes e demais ocorrências, cobram do governo o reajuste salarial que havia sido firmado em acordo por meio de lei complementar, no ano passado. Foi definido nesse acordo que escrivães e investigadores receberiam um aumento de 5% no salário no mês de janeiro e 10% no mês de outubro de 2015. Segundo acordado em assembléia extraordinária ocorrida no Sindicato dos Escrivães, durante a greve, só serão atendidas ocorrências que configurem a famosa prisão em flagrante, que é aquela forma de prisão consistida quando o cabra é pego no cometimento do ato criminoso.<a href="http://www.ripanosmalandros.com.br/greve-dos-escrivaes-de-policia-de-mato-grosso-por-conta-do-nao-cumprimento-da-lei-no-5402014-por-parte-do-governador-pedro-taques/greve1-2/" rel="attachment wp-att-32696"><img class=" size-full wp-image-32696 alignright" src="https://ripanosmalandros.com.br/wp-content/uploads/2015/02/greve1.jpg" alt="greve1" width="271" height="184" /></a> A presidente do sindicato dos escrivães, Genima Evangelista, na data de ontem, em entrevista à TV Centro América, esclareceu à população mato-grossense o seguinte: "Antes da decisão de entrar em greve, a entidade tentou negociar com o governo, mas não obtivemos sucesso. Fizemos a proposta que se o problema é financeiro, então que o estado começasse a nos pagar a partir de abril, quando já tivesse um fôlego financeiro, mas infelizmente nem essa proposta o governo aceitou". Ainda, explicou a sindicalista: "<em><strong>Impetramos um mandado de segurança para que a Justiça se posicione em relação a essa situação, em vista que a lei está em vigor e não foi cumprida</strong></em>. Só que como nós sabemos que a Justiça tem um processo demorado, a categoria optou também pela p aralisação", Em conversa com os Escrivães de Polícia de Cáceres, os mesmos disseram que 100% da categoria aderiram a greve, mas que 30% do efetivo continua trabalhando. Disseram ainda, que não ficarão de "braços cruzados", pois todos os dias estarão fortalecendo o movimento de greve no interior, levando informações condizentes para a sociedade sobre as primeiras medidas tomadas pelo Governador Pedro Taques, que segundo a categoria, são inconstitucionais e totalmente contrárias ao próprio discurso de campanha eleitoral.