Um homem de 51 anos, identificado como Marcão Babbaloo, foi encontrado morto na manhã deste sábado (1º) dentro de um quarto completamente queimado em sua residência, no bairro Jardim América, em Juara. O corpo estava carbonizado, próximo ao seu cachorro de estimação, que também morreu no incêndio.
De acordo com o boletim de ocorrência da Polícia Civil, o local foi isolado para os trabalhos da Perícia Oficial (Politec). As circunstâncias da tragédia ainda estão sendo investigadas.
Ainda não há informações sobre o que teria causado o incêndio, nem se o fogo foi acidental ou criminoso. Parte da residência foi destruída pelas chamas.
Venezuelano disse á polícia que no momento da decapitação chegou a desmair ao ver tamanha crueldade
Na manhã deste sábado, (01/11), por volta das 10:30Hs, equipes do 6º Batalhão da Polícia Militar e Força Tática, após a apreensão dos menores envolvidos no homicídio da vítima Vinícius Henrique Tavares Macedo, de 19 anos, a qual foi executada de forma cruel, sendo esquartejada e decapitada, deu continuidade ao patrulhamento com objetivo de encontrar outros dois envolvidos no crime, e, após trocas de informações com a Polícia Civil outros envolvidos foram identificados, sendo que, a equipe do setor de inteligência avistou os suspeitos entrando na residência onde o crime aconteceu, no Bairro Santa Cruz, logo após, as equipes foram acionadas e realizaram o cerco ao local e efetuaram a prisão dos suspeitos, sendo estes, W.M.S. de 22 e L.J.R. de 30 anos, (venezuelano).
Segundo a polícia, os suspeitos confessaram a participação no crime, relatando inclusive, a decapitação da vítima.
O suspeito W.M.S. contou que anteriormente pertencia a uma determinada facção, porém, trocou pela outra predominante na cidade e que, estava morando no estado de Rondônia e retornado há pouco tempo, que, integrantes da facção teria entrado em contato lhe oferecendo a oportunidade de executar um desafeto que pertencia a facção rival e que, ele conhecia a vítima, que também pertencia a facção.
Segundo ainda o suspeito, aproveitando a relação de “amizade” que tinha com a vítima, na noite anterior, (sexta-feira), por volta das 23Hs, chamou para usarem entorpecentes na residência onde aconteceu o crime, em seguida, a vítima chegou ao local e acendeu um cigarro, minutos depois foi atacada com golpes de faca, posteriormente decapitada. O suspeito contou ainda que os menores apreendidos pela PM anteriormente participaram ativamente no crime, bem como, o venezuelano.
Durante a entrevista com o suspeito L.J.R. (venezuelano), o mesmo relatou que após a decapitação chegou a desmaiar ao presenciar tamanha crueldade.
Os suspeitos indicaram ainda onde haviam jogado a cabeça da vítima, sendo encontrada no córrego do sangradouro, localizada na Rua Barão de Mauá, no Bairro Santa Cruz, que posteriormente encontrada pela PM.
Os suspeitos receberam voz de prisão e encaminhados ao CISC para as devidas providências.
Segundo a polícia, os autores da tentativa de homicídio ocorrido no Bairro Vila Marina, onde a vítima foi baleada no braço esquerdo, foram identifcados pelo setor de inteligência como sendo os mesmos que decapitaram a vítima no Bairro Santa Cruz.
Na noite da última sexta-feira, (31), por volta das 21:30Hs, a Polícia Militar foi acionada via CIOSP informando sobre disparos de arma de fogo em frente a uma residência localizada no pacato Bairro Vila Mariana, e que, no local havia uma pessoa alvejada.
Após a solicitação a rádio patrulha com apoio de outras viaturas seguiram ao local indicado e constatou a veracidade dos fatos, encontrando a vítima, sendo um homem de iniciais R.A.J. de 28 anos, que se encontrava alvejado no braço esquerdo, em seguida, o corpo de bombeiros foi acionado, prestou os primeiros socorros, posteriormente, encaminhado ao hospital regional onde permaneceu recebendo cuidados médicos.
Em conversa com populares, (curiosos), que se encontravam no local, foi informado que há pouco tempo atrás a vítima estava na calçada quando de repente se aproximou uma motocicleta de cor escura com dois indivíduos, que, o passageiro desceu com uma arma na mão e sem dizer nada já pregou fogo na vítima, logo após, fugiram no local, tomando rumo ignorado.
Em posse das características dos suspeitos as equipes saíram em rondas com objetivo de localizá-los, porém, sem êxito.
Na madrugada deste sábado, (01/11), por volta das 02:50Hs, a Polícia Militar durante a Operação Tolerância Zero, foi acionada via CIOSP informando que na marginal da Avenida São Luís, próximo ao estádio Geraldão, no Bairro Santa Cruz, teria um veículo parado e uma pessoa com vários ferimentos pelo corpo.
Após a solicitação a rádio patrulha com apoio de outras viaturas imediatamente seguiram ao local indicado, lá, foi encontrado o corpo de uma pessoa do sexo masculino dentro de um saco de lixo, porém, sem a cabeça.
Foi acionada a Polícia Civil e a Politec que chegaram ao local e realizaram os trabalhos de praxe.
Alguns minutos depois as equipes receberam uma informação que em uma residência localizada no Bairro Vitória Régia havia chegado dois indivíduos em uma motocicleta de cor preta, possivelmente armados e estavam escondendo no imóvel, com isso, uma das equipes, juntamente com a Força Tática, seguiu ao referido endereço e realizaram a abordagem aos suspeitos, sendo dois adolescentes, com idades de 16 e 17 anos, que, durante a entrevista, relataram que haviam acabado de deixar o corpo da vítima próximo ao estádio Geraldão, inclusive, o adolescente de 17 anos, confessou que poucas horas antes teria participado de uma tentativa de homicídio.
Segundo a polícia, o adolescente relatou ainda onde teria acontecido a execução da vítima encontrada há pouco tempo atrás próximo ao estádio Geraldão, no Bairro Santa Cruz.
Após as informações e em posse do endereço a equipe da Força Tática seguiu até a residência indicada, no Bairro Santa Cruz, lá, foi verificado que a residência pertence a um suspeito de 38 anos, que, aliás, não se encontrava no local.
A polícia informou ainda que na residência foi constatados indícios de prática de crime, também localizada uma arma de fogo calibre 38, devidamente municiada, além de uma faca, possivelmente utilizada na execução da vítima.
IDENTIFICAÇÃO
A vítima foi identificada como sendo Vinícius Henrique Tavares Macedo, de 19 anos.
CABEÇA ENCONTRADA
Por volta das 11Hs a Polícia Militar recebeu uma informação que a cabeça da vítima se encontrava em um saco de cro branca, jogada no córrego da Rua Barão de Mauá, no Bairro Santa Cruz, e, após a informação as equipes se deslocaram ao local indicado a constataram a veracidade dos fatos, encontrando o saco de cor branca com a cabeça da vítima jogada no sangradouro.
A cena foi isolada, posteriormente, acionada a Polícia Civil e a Politec, que se fizeram presente e retiram a cabeça do córrego do sangradouro, em seguida, colocada na viatura da IML e encaminhada a Politec.
PRISÕES
A Polícia Militar informou ainda que conseguiu realizar a prisão de mais dois indivíduos envolvidos no homicídio e decapitação, sendo de iniciais W.M. de 22 e L.J.R. de 30 anos, este último, de nacionalidade venezuelana.
O caso segue sendo investigado pela DHPP (Divisão de Homicídios e Proteção á Pessoa) da 1DP, que, inclusive, já tem conhecimento que a vítima foi sequestrada, levada á residência, torturada e decapitada.
Um corpo completamente carbonizado foi encontrado na tarde desta sexta-feira, (31) em uma área de mata no bairro Jardim Laranjeiras, em Rondonópolis. O cadáver foi localizado por um morador que caminhava com seus cachorros e percebeu um forte cheiro vindo do matagal.
Conforme as primeiras informações, ao passar pelo local, ele encontrou o corpo queimado e então acionou a Polícia Militar. Durante os trabalhos, um pano com manchas de sangue foi localizado a cerca de 10 a 15 metros de distância do corpo e também será analisado pela perícia.
Ainda de acordo com as informações, o corpo estava completamente queimado, o que dificultou a identificação da vítima. Cena foi isolada para os trabalhos da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec). Posteriormente, o corpo foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML).
A Polícia Civil abriu investigação para apurar a autoria e as circunstâncias do crime.
Mais de 1,1 toneladas de entorpecentes apreendidos na região de fronteira foram destruídos pela Polícia Civil, na manhã desta sexta-feira (31.10), em Cáceres.
A incineração, coordenada pela Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Fronteira (Defron) e 1ª Delegacia de Cáceres, foi realizada em uma cerâmica do município.
A grande quantidade de entorpecente, entre maconha, pasta base, cloridrato de cocaína, foram apreendidas pelas Forças de Segurança, na região de fronteira, entre os meses de junho a outubro deste ano, gerando dezenas de procedimentos nas delegacias.
O entorpecente é liberado para incineração após realização de perícia oficial e de autorização judicial.
A delegada da Defron, Bruna Caroline Fernandes de Laet, destacou que a destruição da droga é finalização procedimentos investigativos, dando resposta à sociedade, efetuando as apreensões e prisões dos traficantes.
“É a finalização do procedimento administrativo após a apreensão da droga. Representa o prejuízo causado a associações e organizações criminosas”, disse a delegada.
"Muita gente não acha compatível receber um salário mínimo e trabalhar 8h por dia CLT. Essas pessoas preferem adquirir uma moto e prestar diversos serviços", explicou.O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nesta sexta-feira (31) o projeto de lei antifacção, elaborado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública e que será encaminhado ao Congresso Nacional. O texto do projeto será publicado em edição extra do Diário Oficial da União ainda nesta sexta.
A assinatura ocorreu durante uma reunião no Palácio do Planalto com o ministro Ricardo Lewandowski e outros integrantes do governo.
Segundo apurou a reportagem, Lula deve solicitar urgência constitucional para a análise do projeto. Essa medida impõe à Câmara dos Deputados e ao Senado o prazo de 45 dias para votar a matéria, sob pena de trancamento da pauta com exceção das que tenham prazo constitucional determinado.
A medida é anunciada na mesma semana em que o país acompanha a repercussão da megaoperação policial no Rio de Janeiro contra o Comando Vermelho, realizada na última terça-feira (28) nos complexos da Penha e do Alemão, que resultou em ao menos 121 mortes.
O governo federal tem sido pressionado a apresentar respostas concretas diante da escalada da violência e da atuação das facções criminosas.
O texto do projeto busca modernizar a legislação penal e processual para permitir um combate mais eficaz às organizações criminosas, como o PCC e o Comando Vermelho.
A proposta atualiza a Lei das Organizações Criminosas, de 2013, e modifica dispositivos do Código Penal, Código de Processo Penal, Lei dos Crimes Hediondos, Lei da Prisão Temporária e Lei de Execução Penal.
Entre os principais pontos, o projeto cria o novo tipo penal de “organização criminosa qualificada”, cuja pena poderá chegar a 30 anos de prisão em casos de homicídios praticados por ordem ou benefício de facções.
A conduta será classificada como crime hediondo, o que torna a pena inafiançável e insuscetível de graça, indulto ou anistia, com cumprimento inicial em regime fechado.
O texto também prevê punições mais severas para líderes de facções, infiltração de agentes e empresas fictícias em investigações, e a criação do Banco Nacional de Organizações Criminosas, voltado à integração de informações entre os órgãos de segurança.
Endurecimento de penas
Com a proposta, o governo quer aumentar a pena de organização criminosa simples, de três a oito anos de prisão para de cinco a 10 anos de prisão.
Segundo o texto, pode haver aumento de dois terços ou o dobro conforme alguns critérios, como:
- Participação de criança ou adolescente; - Envolvimento de funcionário público, quando os criminosos usarem essa condição para a prática de infrações penais; - Destinação do produto ou proveito da infração penal, no todo ou em parte, a outros países; - Evidências de conexão com outras organizações criminosas independentes; - Atuação em outros países; - Infiltração no setor público ou a atuação direta, ou indireta na administração de serviços públicos, ou contratos governamentais; - Domínio territorial ou prisional pela organização criminosa; - Uso de arma de fogo de uso restrito ou proibido, explosivo ou artefato análogo; e - Morte ou lesão corporal de agente de segurança pública.