MALA - Mulher acusada de aplicar golpe do consórcio contemplado em 10 vítimas é presa
em 14/02/2014 as 15:52<a href="http://www.ripanosmalandros.com.br/mala-mulher-acusada-de-aplicar-golpe-do-consorcio-contemplado-em-10-vitimas-e-presa/cadeia-ma16/" rel="attachment wp-att-20965"><img class="aligncenter size-full wp-image-20965" alt="cadeia-ma(16)" src="https://ripanosmalandros.com.br/wp-content/uploads/2014/02/cadeia-ma16.jpg" width="600" height="399" /></a>Uma mulher acusada de aplicar pelos menos dez golpes envolvendo a venda de falsas cotas de consórcios inexistentes em Cuiabá e Várzea Grande foi detida em flagrante no momento em que atuava dentro de um cartório na avenida Fernando Corrêa da Costa, na manhã de hoje. Elisabeth Gustmann é acusada de revender cartas de créditos contempladas que jamais existiram. Entre as vítimas estão uma série de servidores públicos, dentre eles, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJ-MT). De acordo com o delegado Simael Ferreira, da 2º Delegacia de Polícia, a mulher mantinha uma extensa listagem de relacionamentos e cobrava percentuais para a transferência de consórcios contemplados. A pessoa pagava inicialmente pela transferência. Recebia a documentação por e-mail, com os emblemas das empresas e depois ela ia ao cartório transferir do seu nome para a pessoa, mas quando a pessoa ia até a concessionária para a retirada da carta de crédito percebia que aquela cota era inexistente, explicou. O delegado estima que os valores lesados ultrapassem os R$100 mil. Somente de uma pessoa ela conseguiu cerca de R$ 10 mil, mas os valores ainda dependem de uma checagem mais detalhada. Nós fizemos a detenção, mas como a prisão foi realizada em Cuiabá o caso está sendo encaminhado nessa tarde para o Planalto onde será feito o flagrante. Aqui em Várzea Grande nós estamos ouvindo as vítimas. Temos cerca de dez vítimas até o momento, explicou. Indignada, uma servidora do Tribunal de Justiça relatou ao site Olhar Direto ter perdido inicialmente a quantia de R$ 6,8 mil em um depósito inicial. E outros R$ 415 que foram pagos na data de hoje como pagamento pela primeira parcela do consórcio supostamente contemplado. Como ela nunca entregava a carta passei a desconfiar de que estava errado. Ela tinha a documentação com o emblema das empresas. Ela apresentava tudo certinho, relata a servidora pública. A Polícia Civil irá apurar ainda as informações de que ela possa ter atuado também nos municípios de Primavera do Leste e também em Rondonópolis. <strong>Negativa </strong> Detida, Elisabeth negou que tenha atuado com golpes. Declarou à polícia que toda a ação é fruto de um grande mal entendido. Afirmou ainda que sempre que há um problema envolvendo a negativa quanto à transferência de um consórcio contemplado ela providencia a devolução dos recursos que lhe foram repassados, mas que existem trâmites a serem seguidos. Fonte:olhardireto
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