Ocorrência policial — Foto por: Reprodução

Uma mulher foi brutalmente agredida pelo próprio marido, de 43 anos, na noite da última quinta-feira (29), no município de Tapurah. Além de atacar a companheira com um cabo de vassoura e uma garrafa de vidro quebrada, o suspeito também teria dado um soco na cabeça do filho dela, de apenas 12 anos.

De acordo com o boletim de ocorrência, a Polícia Militar foi acionada pela própria vítima. Ao chegar ao endereço, os policiais encontraram a mulher bastante abalada, chorando e com marcas de sangue nas roupas.

A vítima relatou que havia passado a tarde na casa de uma amiga e, ao retornar para casa, por volta das 20h, encontrou o marido embriagado. O homem teria iniciado uma discussão e passado a ofender o filho dela, chamando o menino de "vagabundo", o que deu início a um desentendimento entre o casal.

Por volta das 23h, a situação saiu completamente do controle. Segundo o relato, o suspeito se apossou de um cabo de vassoura e passou a golpear a mulher nas costas e na cabeça. Não satisfeito, quebrou uma garrafa de bebida alcoólica e utilizou os estilhaços de vidro para provocar um ferimento na cabeça da companheira.

O filho da vítima também acabou sendo alvo da violência, recebendo um soco na cabeça.

Para escapar da fúria do agressor, mãe e filho conseguiram se trancar dentro da residência. O homem ainda tentou invadir o imóvel à força, golpeando a porta, mas recuou ao ser informado de que a Polícia Militar havia sido chamada.

Antes da chegada da equipe, o suspeito se escondeu em uma quitinete vizinha. Ao perceber a presença dos policiais, fugiu pelos fundos, pulando muros de residências próximas.

Os militares realizaram buscas pela região, mas o agressor não foi localizado.

Como se não bastasse a violência, a mulher ainda recebeu mensagens pelo celular nas quais, segundo o boletim de ocorrência, foi ameaçada de morte pelo próprio marido.

Apesar dos ferimentos, a vítima recusou atendimento hospitalar para avaliação médica. O caso foi registrado e deverá ser investigado pelas autoridades competentes.

Por Folhamax