MORTO A TIROS EM BAR, “COWBOY” SERIA PRESO EM OPERAÇÃO CONTRA FACÇÃO EM MT NESTA QUARTA
em 11/03/2026 as 17:00
O homem executado a tiros em um bar no último sábado (7), em Comodoro, era um dos principais alvos da Operação Halosis, deflagrada pela Polícia Civil na manhã desta quarta-feira, (11). Rodrigo Belarmino Fulgêncio, conhecido como “Cowboy”, de 40 anos, teria o mandado de prisão cumprido hoje por envolvimento em um homicídio planejado por facção em novembro de 2025.
A operação, coordenada pela Delegacia de Comodoro, busca prender outros cinco faccionados: Pedro Henrique da Silva, Willian Costa Lopes (“Chavosoh”), Gilmar Ferreira Rodrigues (“Iraquiano”), Marcos Vinícius Santos de Souza (“Sinistro”) e Diogo da Silva Santos (“Gavião”). As ordens judiciais são cumpridas também em Cuiabá, Campos de Júlio e Nova Lacerda.
As investigações, lideradas pelo delegado Mateus Reiners, apuram o assassinato de um homem ocorrido no bairro Nova Vacaria, em 27 de novembro do ano passado. Na ocasião, a vítima foi morta em uma emboscada enquanto pilotava uma moto. Interceptações telefônicas revelaram que o crime foi minuciosamente planejado, com fotos da vítima compartilhadas entre os suspeitos e ordens partindo de dentro do sistema penitenciário.
Morte de "Cowboy"
Como noticiado pelo
, Rodrigo Fulgêncio foi morto na madrugada de sábado (7) enquanto jogava sinuca em um estabelecimento em Comodoro. Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que um homem de capacete entra no local e atira à queima-roupa contra "Cowboy". A companheira de Rodrigo também foi baleada no pescoço e socorrida em estado grave.
Conforme as informações apuradas, a Polícia Civil já havia identificado a participação de Rodrigo na logística do crime de 2025 no dia seguinte à execução, quando diálogos e áudios ligaram o investigado ao apoio dado ao atirador daquela ocasião. Com a morte de Rodrigo, a polícia segue agora com o cumprimento das ordens de prisão contra os demais membros da organização criminosa e com a busca por armas, drogas e dispositivos eletrônicos que possam robustecer o inquérito.
Por RepórterMT
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