Ocorrência policial — Foto por: Reprodução

Na noite de terça-feira (10), por volta das 20h50, a Polícia Militar realizava patrulhamento ostensivo pelo bairro Jardim Padre Paulo quando foi acionada via CIOSP com a informação de disparos de arma de fogo nas proximidades do Bar do Djalminha, na Avenida das Camélias, no bairro Vila Nova.

Após a solicitação, a equipe da Rádio Patrulha seguiu imediatamente ao local indicado, onde encontrou uma mulher em frente a uma pastelaria, posteriormente identificada pelas iniciais A.P.F., de 34 anos, segurando o braço contra o abdômen. A vítima relatou aos policiais que havia sido atingida por disparos de arma de fogo e pediu que fosse acionado o Corpo de Bombeiros.

Aos militares, a mulher informou que havia chegado recentemente da cidade de Sorriso e que havia alugado um salão comercial desativado para morar. Ela também declarou ser integrante de uma facção criminosa.

Segundo o relato da vítima, no momento do ataque ela estava dentro do imóvel, sentada no sofá, acompanhada de uma amiga, que seria simpatizante da organização criminosa, do esposo da amiga e de filhos menores, quando um indivíduo magro, usando camiseta branca e jaqueta preta, chegou em uma motocicleta preta.

O suspeito parou ao lado direito da porta, que estava entreaberta, e efetuou cerca de cinco disparos em direção às pessoas que estavam no interior do local. De acordo com a vítima, dois dos tiros atingiram seu braço esquerdo, enquanto os outros três não atingiram ninguém.

Ainda conforme a mulher, após o crime o suspeito fugiu em alta velocidade, seguindo sentido à rua Joaquim Murtinho.

O Corpo de Bombeiros esteve no local e encaminhou a vítima ao Hospital Regional para atendimento médico.

A Polícia Civil e a Politec (Perícia Oficial e Identificação Técnica) também foram acionadas e realizaram os trabalhos de isolamento, preservação e perícia no local do crime.

De posse das características do suspeito, equipes da Polícia Militar realizaram rondas pela cidade na tentativa de localizá-lo, porém até o momento ninguém foi preso.

O caso segue sendo investigado pela DHPP (Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa).