MULHER É PRESA APÓS CONFESSAR QUE MATOU COLEGA DE CACHAÇA A PAULADAS EM CÁCERES
em 08/01/2022 as 15:00
Por volta do meio dia deste sábado, (8), a Polícia Militar recebeu uma informação que uma mulher estaria em um mercado e teria contado ao proprietário do estabelecimento que havia cometido um homicídio e que esta mulher ainda estaria no referido mercado, localizado na Avenida das Camélias.
Após a informação a rádio patrulha imediatamente foi até o local e conseguiu localizar a tal mulher que durante a abordagem ela se identificou como sendo de nome Terezinha Aparecida da Silva, de 44 anos, e ao ser questionada sobre o fato ela passou a relatar que na manhã de ontem, (7), sexta feira, por volta das 08Hs, estava no interior de sua residência, localizada na Rua Modesto Castrillon, no Bairro Cavalhada, quando a vítima, que segundo ela, é conhecido como 'Zé Luís', chegou batendo na porta e armado com uma foice, que após ele forçar a porta conseguiu entrar, dizendo que queria tomar banho.
Segundo a suspeita, Zé Luís, retirou as roupas e entrou em seu no banheiro, logo após, pediu a ela para pegar água, então, após tomar banho, de repente ele partiu pra cima dela e entraram em luta corporal, nisso, ela pegou o cabo de uma enxada e desferiu vários golpes em sua cabeça, no total de oito golpes.
A suspeita disse ainda que conheceu o Zé Luís, há oito meses e que sempre bebiam juntos e algumas vezes a vítima dormia em sua residência, com o seu consentimento, porém, não entende o porquê do Zé Luís ter chegado em sua residência alterado e armado com uma foice.
Após o relato da suspeita a mesma foi colocada na viatura e se deslocaram até o local do fato, lá, conseguiram encontrar a vítima já em avançado estado de decomposição, logo em seguida a Polícia Judiciária Civil e a Politec foram acionados, compareceram ao local e realizaram os trabalhos de praxe, posteriormente o corpo da vítima foi levado até o IML.
A Polícia Judiciária Civil segue investigando o caso para saber a real motivação do crime.
Discussão (0)
Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove o contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar e comentar as reportagens.
Desta forma os comentários aqui postados por nossos respeitosos leitores são de inteira responsabilidade civil e criminal dos mesmos.