Ocorrência policial — Foto por: Reprodução

No sereno da madrugada desta quarta-feira, (7), por volta das 02h30, a Polícia Militar realizava rondas ostensivas pelo bairro Jardim Padre Paulo, em Cáceres, quando avistou alguns indivíduos, aparentemente usuários de substâncias entorpecentes, no interior de um barracão abandonado, onde anteriormente funcionava o posto de saúde do referido bairro.

Diante da situação, os policiais realizaram a abordagem e a busca pessoal nos indivíduos do sexo masculino que se encontravam no local. Uma mulher também foi localizada no interior do barracão e igualmente abordada. Durante as buscas, nenhum objeto ilícito foi encontrado em posse dos abordados.

Na sequência, os policiais realizaram a checagem dos indivíduos junto aos sistemas disponíveis via CIOSP. Inicialmente, não foi constatado nenhum mandado de prisão em desfavor dos homens abordados.

Já a mulher informou aos policiais que se chamava Viviane. Contudo, durante a consulta aos sistemas de checagem, não foi localizada nenhuma informação correspondente aos dados fornecidos por ela, circunstância que levantou suspeitas quanto à veracidade de sua identificação.

Diante da suspeita de que a abordada estaria fornecendo dados falsos com o objetivo de ocultar sua verdadeira identidade e uma possível situação perante o sistema prisional, a equipe policial conduziu a mulher até a Cadeia Pública Feminina de Cáceres, onde seria possível confirmar sua identidade e verificar se ela poderia estar na condição de evadida do sistema prisional.

Na unidade prisional, após contato com as policiais penais plantonistas, a mulher, de 37 anos, foi reconhecida e identificada, ou seja, realmente havia fornecido outro nome aos policiais. As agentes confirmaram que se tratava de uma pessoa que havia fugido daquela unidade prisional no dia 2 de outubro, conforme registro em boletim de ocorrência.

Diante dos fatos, foi dada voz de prisão à suspeita, que posteriormente foi conduzida e entregue na Delegacia de Polícia Judiciária Civil, juntamente com as informações levantadas durante a ocorrência, para as providências legais cabíveis.

Segundo a Polícia Militar, já nas dependências da delegacia, a suspeita teria afirmado que, independentemente de quantas vezes fosse presa, sempre conseguiria fugir, acrescentando que não haveria ninguém capaz de mantê-la presa.