<a href="http://www.ripanosmalandros.com.br/pegando-o-bonde-detentas-gestantes-sao-transferidas-para-caceres/dfb20c03969c67d5f77aa2f1636cfbbf/" rel="attachment wp-att-24062"><img class="aligncenter size-full wp-image-24062" alt="dfb20c03969c67d5f77aa2f1636cfbbf" src="https://ripanosmalandros.com.br/wp-content/uploads/2014/05/dfb20c03969c67d5f77aa2f1636cfbbf.jpg" width="354" height="236" /></a>Seis detentas grávidas e 2 que tiveram bebês recentemente foram transferidas da Presídio Feminino Ana Maria do Couto May, em Cuiabá para a Cadeia Pública de Cáceres (225 km a Oeste da Capital) para evitar contaminação de tuberculose, uma vez que 38 casos foram diagnosticados dentre as reeducandas. O pedido de transferência foi realizado pela Secretaria Estadual de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh) e autorizado pelo juiz da Vara de Execução Penal, Geraldo Fidélis. O deslocamento foi realizado em etapas, durante o mês de abril. A Sejudh informou que 38 casos da doença foram diagnosticados dentre as 180 detentas da unidade. Como medida preventiva a secretaria achou melhor transferir as reeducandas gestantes e as que recentemente tiveram filhos, para evitar a contaminação. O gerente de saúde do Sistema Penitenciário de Mato Grosso, Ozano Delgado, confirmou o índice de tuberculose na penitenciária, porém disse ser desnecessária a transferência das reeducandas. “Os casos da doença dentro do presídio foram descoberto há certo tempo e por isso, os procedimentos necessários já estão praticamente finalizados. No estágio em que o tratamento se encontra, não risco de contágio”. A maioria das reeducandas é da região de Cáceres, portanto a transferência foi feita para a unidade da cidade. De acordo com a direção da Penitenciária Ana Maria do Couto, as mulheres que tiveram filhos há pouco tempo poderão ficar com elas somente até os 2 anos, período que compreende a amamentação. Depois disso as crianças ficam sob responsabilidade dos familiares das detentas, uma vez que a creche do presídio está desativada. Gazetadigital