Polícia encontra 300 kg de maconha em cozinha de residência em MT
em 13/09/2015 as 16:04<a href="http://www.ripanosmalandros.com.br/policia-encontra-300-kg-de-maconha-em-cozinha-de-residencia-em-mt/maconhaemcozinha_620/" rel="attachment wp-att-39266"><img class="aligncenter size-full wp-image-39266" src="https://ripanosmalandros.com.br/wp-content/uploads/2015/09/maconhaemcozinha_620.jpg" alt="maconhaemcozinha_620" width="620" height="465" /></a>Ao menos 416 tabletes de maconha foram apreendidos pela Polícia Civil, dentro de uma residência, localizada no Bairro Nova Fronteira, em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá. O entorpecente estava escondido dentro da cozinha e a polícia avalia se tratar de 300 quilos de maconha avaliados em R$ 300 mil. Um homem, de 33 anos, foi preso em flagrante no local por tráfico de drogas. De acordo com a Polícia Civil, a maconha seria revendida no mercado ilícito da Grande Cuiabá. O flagrante foi feito na sexta-feira (11) pela Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE) após denúncia anônima sobre a chegada de um carregamento de entorpecente, possivelmente trazido do Mato Grosso do Sul. O delegado Luiz Henrique Damasceno informou que há cerca de 20 dias, a delegacia recebeu informação e passou a fazer vigilância 24 horas, por meio de campanas, para confirmar o tráfico de drogas, e nos últimos dias os policiais identificaram comportamento estranho do suspeito, que estava tentando enterrar dois galões de 100 litros no quintal. Isso indicava que ele estava se preparando para receber o entorpecente. Quando chegamos à residência ele ainda não tinha enterrado, achamos somente 8 quilos enterrados, disse o delegado. As buscas realizadas foram feitas com autorização da Vara de Delitos de Tóxicos de Várzea Grande, que também concedeu ordens de buscas em outros três endereços que o suspeito frequentava. Em uma das ações, os policiais encaminharam um usuário de drogas à delegacia, que respondeu Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) de uso e foi liberado. Acreditamos que ele funcionava como gerente, que tomava conta da droga e que faça parte de alguma organização criminosa. Agora iremos tentar identificar os proprietários do entorpecente, finalizou o delegado. G1/MT
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