Uma cidadã procurou a Delegacia Especializada da Defesa da Mulher informando que trabalha na secretaria da escola APAE (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais ) e que veio até a unidade policial para denunciar um suposto abuso sexual sofrido por uma das alunas da unidade de ensino.

A funcionária disse aos policias que na data de ontem, (9), quinta feira, foi procurada por um professor da escola relatando que foi procurado por uma aluna de 19 anos, dizendo que vem sendo abusada sexualmente pelo próprio pai e que esse fato acontece desde quando a mesma era menor de idade, que o pai espera apenas a sua madrasta sair para leva-la ao quarto onde comete os abusos, que isso acontece até mesmo quando sua irmã mais nova está em casa, onde o mesmo espera apenas a sua irmã dormir para cometer os abusos.

A aluna teria confessado que na última quarta feira, (08), sua madrasta não se encontrava residência, sua irmã estava dormindo e ela estava na cozinha, então, seu pai foi até onde ela estava, lhe segurou pelo braço e arrastou para o quarto onde novamente foi abusada, inclusive, segundo a vítima, o pai ainda disse que se ela contar sobre o acontecido irá lhe bater e também não irá mais deixa-la ir á escola.

A vítima disse ainda que até já contou para sua madrasta sobre a situação, porém, nada resolveu.

Segundo a comunicante, o professor teria dito que no momento em que a vítima contou sobre a situação estava chorando muito e lembrou que o seu pai disse que não queria ela como filha, mas sim, como sua mulher.

Diante da situação ela compareceu na delegacia para comunicar denunciar o caso e pedir providências.

O caso segue sendo investigado pela Delegacia Especializada da Defesa da Mulher.