Após tomar conhecimento de que na cidade de Cáceres haveria um plano que culminaria com atentados contra membros de Forças de Segurança, Policial Militar, Policial Civil, Bombeiros e principalmente Agentes Penitenciários, foi realizada uma força tarefa composta pelos núcleos de inteligência da Polícia Judiciária Civil através da Gerência de Investigações Gerais GIG, Centro de Comando Controle e Inteligência CI, Núcleo de Inteligência do GEFRON e Agência Regional de Inteligência da Polícia Militar ARI, que diligenciaram visando prender o suspeito DIEGO RIBEIRO GOMES, batizado no Comando Vermelho, responsável pela guarda do armamento (ferramenta), que em conjunto com outros ex-presidiários, promoveria incêndios, homicídios e desordem na cidade de Cáceres, após reunião e Decisão da Facção Criminosa deliberada por líderes (TORRE) dentro da Penitenciária Central do Estado PCE, cujos Batizados no Comando deveriam seguir fielmente. 

Visando prevenir e coibir as ações criminosas, antecipando o possível ataque que poderia ter um desfecho trágico e fatídico, na manhã do dia 11/06/2016, o suspeito DIEGO de posse de uma motocicleta Honda Biz, após fuga alucinada pelo bairro Cavalhada III, região da Cracolândia foi preso e conduzido até a presença da Delegada Regional de Cáceres, Drª Cinthia Gomes da Rocha Cupido que conversou com o suspeito que de imediato negou os fatos. 

Diante da negativa os Policiais deslocaram até a residência onde o suspeito pernoitou e durante busca domiciliar, foi localizado duas garrafas contendo em seu interior gasolina que seria utilizada nos incêndios de veículos durante a ação criminosa, ainda foi localizado 04 (quatro) munições calibre 9mm e 03 (três) trouxas médias de substância pasta base de Cocaína. 
 

Durante as diligências surgiram outros nomes que atuam como braço direito da Facção do Comando Vermelho na cidade de Cáceres, que em conjunto com o suspeito DIEGO, praticariam atos criminosos em represália e manifesto contra a greve praticada principalmente pelos Agentes Penitenciários, uma vez que não está ocorrendo visitação nas Cadeias e Penitenciárias do Estado.

Fonte:jornaloeste