Os mototaxistas que estão devidamente regularizados estão sendo obrigados e aceitar com cada vez mais naturalidade a presença do Clandestino que por não pagar imposto, não ter que manter veículo com no máximo 6 anos e não ter que submeter seus veículos as revisões determinadas na  lei que regulamentou a atividade aprovada em outubro de 2013 pela Câmara Municipal de Cáceres quase sempre oferece o seu serviço por um valor inferior ao cobrado pelos profissionais legalizados. 

A lei foi aprovada,  quase 4 anos se passaram e pouca coisa mudou,  a presença do mototaxista clandestino pode ser vista até em alguns dos principais pontos que oferece o serviço na Cidade.  
 
Segundo a lei, os profissionais que estiverem fora do que estabelece a legislação sofrerão as sanções previstas como multa, impedimento de continuarem trabalhando e terem suas motocicletas apreendidas.

Apesar disso nada tem sido feito e o setor de trânsito enfrenta críticas dos profissionais do ramo que vêem com descrença a possibilidade do problema ser resolvido. 
 
Procurado  para falar do assunto Wagner Gomes, coordenador do Departamento de trânsito disse que nos próximos dias atitudes mais incisivas devem ser adotadas. 

Ele explicou que esse tipo de operação  tanto nas ruas como nos pontos legalizados e que permitem a presença do profissional clandestino tem que ser realizado com a amparo policial e que por questões de efetivo não é sempre que a Polícia Militar pode estar com os agentes de trânsito realizando essas abordagens o que torna as coisas fáceis a quem atua fora da lei. 
 
Mais de 270 mototacistas estão cadastrados no Departamento de trânsito e possuem autorização para trabalhar. A lei determina que de acordo com a população Cáceres possa ter no máximo 274 profissionais nas ruas. 
 
Wagner destacou que os usuários devem observar se o veículo está adesivado nas duas latarias do tanque, com antena corta-pipa, mata cachorro e ainda se o condutor utiliza colete refletivo. E o capacete deve estar adesivado conforme orientação prevista em lei.

Fonte:jornaloeste