PRINCÍPIO DE REBELIÃO NA CADEIA TERMINA COM CINCO DETENTOS NO PAM DE CÁCERES
em 29/05/2018 as 18:00
Um princípio de rebelião movimentou a cadeia pública de Cáceres (Casão), na manhã desta terça feira, 29/05, por volta das 11:00Hs, o fato terminou com 05 detentos encaminhados até o pronto socorro para receber cuidados médico, após entrar em confronto com os agentes penitenciários.
Segundo o diretor da cadeia pública, Welton Ribeiro, tudo começou com uma briga no bloco 2A e ao verificar a situação constataram que o senhor Luis Antonio Cardoso, estava sendo agredido por vários presos, com isso, a equipe de contenção entrou no referido bloco para retirar o detento (Luis), e realizar o procedimento padrão de segurança, sendo que ao verbalizar a ordem no bloco 1C, os detentos começaram a desacatar a ordem emanada e deram início a vários xingamentos a uma agente penitenciária, então, o diretor da cadeia determinou a tranca da ala 1C, nessa hora, um dos detentos, de nome Leandro, desobedeceu os procedimentos da cadeia e começou a motivar outras alas motinar contra os agentes, com isso retiraram o mesmo da ala, conforme procedimento técnico.
Segundo ainda o diretor, com a retirada do detento (Leandro), outros presos também desobedeceram os procedimentos de segurança da unidade, ocasionando uma crise no interior da cadeia, inclusive destruiram câmeras de segurança e outros bens públicos.
Diante da situação foi solicitado apoio do grupo de intervenção de Cuiabá, além da policia militar e do gefron para resolverem a situação.
Os detentos que se feriram, alvejados por disparos de munição de borracha, após tentarem tomar a cadeia e foram encaminhados até o pronto socorro foram: Lucas Antonio da Mota, Leandro Aparecido Carlos, Rodimar, Antonio Cardoso e Vilmar Ferreira da Costa.
Com exceção do Vilmar, todos foram atendidos e liberados logo em seguida, já o Vilmar ficou em observação.
Várias pessoas compareceram na cadeia para saber notícias de seus familiares, mas após serem informados que estavam bem foram embora.
O diretor da unidade, Welton Ribeiro, lamenta o ocorrido, já que a cadeia de Cáceres é tida como modelo para outras cidades, "foi uma situação que eles mesmos provocaram", destacou.

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