<a href="http://www.ripanosmalandros.com.br/sem-carne-frigorificos-de-mato-grosso-registram-mais-de-r-100-milhoes-em-prejuizos-com-protestos-de-caminhoneiros/serra-da-petrovina-foto-viviane-petroli-agro-olhar-copia/" rel="attachment wp-att-33188"><img class="aligncenter size-full wp-image-33188" src="https://ripanosmalandros.com.br/wp-content/uploads/2015/02/serra-da-petrovina-foto-viviane-petroli-Agro-Olhar-Copia.jpg" alt="serra-da-petrovina-foto-viviane-petroli-Agro-Olhar-Copia" width="600" height="373" /></a>Os frigoríficos em Mato Grosso já registram prejuízos superiores a R$ 100 milhões. Os caminhões câmaras frias não conseguem retornar à indústria para realizar novos carregamentos e nem os que transportam animais conseguem voltar às propriedades rurais. Além disso, a falta de óleo diesel faz com que veículos fiquem estacionados nos frigoríficos. Hoje, em Mato Grosso existem aproximadamente 41 plantas frigoríficas operando com abates de carne bovina. Conforme o presidente do Sindicato das Indústrias de Frigoríficos do Estado de Mato Grosso (Sindifrigo-MT), Luiz Freitas, a situação é delicada. Ele comenta que não estão chegando carretas vazias nos frigoríficos para a realização de novos carregamentos, bem como caminhões que transportam animais não estão chegando às propriedades para buscar os animais para abate. “Os prejuízos passam de R$ 100 milhões. É um transtorno grande. Não conseguimos levar as carnes para os portos e isso tem prejudicado o cumprimento de contratos de exportação. Se não houver um entendimento quanto ao óleo diesel e demais demandas dos transportadores não conseguiremos trabalhar”, comentou Luiz Freita ao <strong>Agro Olhar.</strong> De acordo com o presidente do Sindifrigo-MT, apesar dos prejuízos tidos com a paralisação dos transportadores e caminhoneiros o setor frigorífico é solidário ao movimento. Segundo o deputado federal Nilson Leitão (PSDB-MT), os prejuízos para Mato Grosso podem ser grandes. “Podemos perder 50% da produção de soja se não colhermos. Os frigoríficos já estão com prejuízos na ordem de R$ 100 milhões por caminhões parados e falta de combustível. Demissões em diversos setores da economia podem ser geradas também. É uma covardia o governo federal não negociar”, declarou em entrevista ao <strong>Agro Olhar</strong>. Fonte:olhardireto