<a href="http://www.ripanosmalandros.com.br/sera-que-e-ninja-assaltante-usava-celular-em-nome-do-ex-presidente-lula/assal/" rel="attachment wp-att-24664"><img class="aligncenter size-full wp-image-24664" alt="ASSAL" src="https://ripanosmalandros.com.br/wp-content/uploads/2014/05/ASSAL.jpg" width="640" height="422" /></a>A Polícia Civil descobriu que um dos quatro acusados de participar do assalto a agência do Banco do Brasil de Nova Maringá (400 km a Médio-Norte de Cuiabá), no dia 23 de abril passado, usava um celular do Rio Grande do Norte, cadastrado com o CPF do ex-presidente Luiz Inácio da Silva. O celular, da operadora Vivo, tinha como endereço a cidade de Natal e tem o prefixo 66. Segundo o delegado Flávio Stringueta, titular da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), o celular, apreendido com Jonas Rodrigues, foi habilitado no dia 24 de abril, um dia depois do roubo, mostrando a "fragilidade" do sistema da operadora. "Isso nos surpreendeu quando vínhamos monitorando esse criminoso - no caso, o Jonas. Puxamos o cadastrado dele na operadora Vivo e lá constou o CPF do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Confirmamos que é, de fato, o CPF dele e isso demonstra a ousadia do criminoso em utilizar o cadastro de uma pessoa extremamente conhecida", declarou o delegado do GCCO, Flávio Henrique Stringueta. Além de Jonas, os policiais da Gerência de Combate ao Crime Organizado, prenderam mais nove pessoas acusadas de participar do assalto, quando roubaram R$ 442 mil em dinheiro. A prisão do bando ocorreu na cidade próxima de São José do Rio Claro. Além da prisão, os policiais apreenderam armas – pistolas e escopetas - e também veículos como automóveis, motocicletas e até uma lancha. O delegado acrescentou que o bando ocorreu, na quinta-feira a tarde em Nova Mutum onde um dos integrantes comprava a vista um Saveiro Cross por R$ 39 mil proveniente do assalto. A Operação "Águas Profundas" foi deflagrada na quinta-feira (22) e resultou na prisão de 10 membros da quadrilha, que roubou R$ 442 mil da agência bancária, no dia 23 de abril passado. O assalto foi praticado na modalidade "Novo Cangaço" e foi o primeiro registrado em 2014, depois de sete meses sem registro desse tipo de crime em Mato Grosso. <strong>Prisões</strong> Por mandado de prisão preventiva foram presos: Bruno Nunes dos Santos, Nivaldo Francisco dos Santos, David Aparecido Coelho de Araújo. Por prisão temporária foi presa Patrícia Ribeiro, esposa de Bruno Nunes. Outras seis pessoas foram autuadas em flagrante. São elas: Cristiano Ximenes Dias, Jonas Rodrigues, Alexandre dos Santos Silva, Renato Ribeiro Justino, Vidimar Brito de Oliveira, e Claudinei da Silva Gericó. Todos vão responder por crimes de roubo majorado mediante concurso de pessoas e emprego de armas, quadrilha armada, lavagem de dinheiro e posse de armas de fogo. O delegado Flávio Stringueta informou que, depois de interrogados, os presos Alexandre dos Santos Silva, Renato Ribeiro Justino, e Vidimar Brito de Oliveira, tiveram o flagrante relaxado, por não estar presente os requisitos para mantê-los detidos. Segundo as investigações, o grupo se preparava para praticar um novo assalto. "Eles falavam em levantar mais dinheiro com urgência, já que tinham gastado todo o produto do assalto. Não sabíamos o que iam fazer, se era o mesmo estilo de roubo ou outro tipo de modalidade criminosa", disse Stringueta. <strong>Armas e dinheiro</strong> A primeira prisão ocorreu na manhã de quinta-feira (22.05), na cidade de Nova Mutum (267 km ao Norte da Capital). À noite, nove membros do bando foram presos na região do município de São José do Rio Claro, por equipes do GCCO. Com os bandidos foram apreendidos cinco armas de fogo (2 espingardas calibre 12, 2 pistolas, 1 revólver 38), 1 Saveiro Cross, 1 caminhonete, 1 Hilux prata, usada no roubo, duas motocicletas e 1 lancha, além de dinheiro (ainda não contabilizado), munições e documentos. Com a quadrilha foram apendidos mais de R$ 150 mil em bens, adquiridos ilicitamente com o dinheiro do assalto e ainda valores bloqueados de contas correntes de membros da quadrilha. Todos eles foram interrogados na sede do GCCO, em Cuiabá, e depois foram recambiados para a Penitenciária Central do Estado (PCE), no bairro Pascoal Ramos, na Capital. Fonte:midianews