No sereno da madruga deste sábado, 08/04, por volta das 04:00Hs, a policia militar foi informada via CIOSP de que na badalada casa de shows 'Curu Night Clube', havia ocorrido um furto de uma motocicleta, sendo uma Yamaha Factor, de cor preta, placa OAS 7527 e que a vítima estava desesperada esperando a rádio patrulha.

Diante da comunicação os policiais tissaram pro local do pampêro, chegando lá conversaram com a vítima, de inicais R.C.C. de 40 anos, onde a mesma informou que havia visto 02 indivídos empurrando uma motoca pra dentro de uma quisaça, próximo ao clube e que a motoca era muito parecida com a que foi furtada dela minutos atrás.

VAI VENNNNNNNNNNNNDO

Após ouvirem o triste relato da vítima os policiais foram até o local (quisaça), e lá encontraram três pessoas, sendo 02 homens, de iniciais M.D. de 17 anos e L. (idade e sobrenome não informados) e 01 mulher, de iniciais M. (idade e sobrenome não informados), que de imediato foram enquadrados e em conversa com a policia os homens disseram que a motoca pertencia a mulher que estava com eles e que ela era esposa do L.

Enquanto os policiais conversavam com o "trio", chegou no local a vítima quando bateu o ôio na motoca, na hora reconheceu como sendo de sua propriedade, ai pronto ! a casa caiu, os suspeitos receberam voz de prisão na hora e quando viram que iriam pro camburão..............o pau quebrou ! pensa num pizêro medonho, os suspeitos reistiram a prisão e saíram no "Faite" com a guarnição policial, ai você imagina o tamanho do pampêro e nesse vuco-vuco danado, o suspeito, de iniciais L. caiu na mârva, se aproveitando desse banzé danado, fugiu tomando rumo ignorado.

Em seguida os suspeitos M.D.e a mulher M. foram contidos, algemados e recolhidos pro camburão e seguiram direto pra delegacia.

VAI VENNNNNNNNNNNDO

Já nas confortáveis instalações do CISC, enquanto confeccionavam o boletim de ocorrência o suspeito M.D. ameaçava o tempo todo a guarnição policial, inclusive ofendia com palavras de baixo calão.

Alguns policiais também sofreram algumas lesões nas mãos e dedos, momento em que tentavam conter os suspeitos.