Um homem de 34 anos, condenado por degolar a ex-companheira em Primavera do Leste, foi capturado na última quinta-feira (26), em Rio Verde (GO). O criminoso estava foragido desde 2018, quando foi condenado a 16 anos de prisão em regime fechado pelo assassinato de Jullis Rodrigues de Souza, que tinha 19 anos à época do crime.
A prisão ocorreu após troca de informações entre as polícias civis de Mato Grosso e Goiás. Investigadores do setor de capturas descobriram que o condenado trabalhava em uma empresa de entrega de sorvetes no estado vizinho.
O caso
O crime ocorreu em outubro de 2012, no bairro Novo Horizonte. O casal viveu junto por três anos, mas estava separado havia três meses. Inconformado com o fim do relacionamento, o homem invadiu a casa da vítima enquanto ela estava sozinha e cortou sua garganta.
A Justiça o condenou por homicídio qualificado, com base em motivo torpe e meio cruel, já que a forma de execução aumentou o sofrimento da vítima.
O mandado de prisão foi cumprido, e o assassino permanece à disposição da Justiça para início do cumprimento da pena.
Gustavo de Moraes, pescador profissional, levou um susto ao se deparar com uma onça-pintada próxima de casa, na última sexta-feira (27), em Cáceres.
O momento foi registrado em vídeo e publicado nas redes sociais. Nas imagens, ele chega de barco ao pesqueiro, localizado nas proximidades da Estação Ecológica de Taiamã, quando percebe a presença do animal às margens do rio.
Ao notar a aproximação do pescador, a onça observa a movimentação e continua caminhando pela propriedade.
Durante a gravação, Gustavo comenta sobre o comportamento do felino e a situação na região. “A onça procura lugar seco, o Pantanal está cheio, aí ela procura lugar seco. Mas não pode deixar acostumar, tem que espantar ela”, disse.
O vídeo rapidamente ganhou repercussão nas redes sociais, alcançando milhares de visualizações. A região onde ocorreu o encontro é conhecida pela presença frequente de onças-pintadas, especialmente em períodos de cheia no Pantanal, quando os animais buscam áreas mais elevadas.
Na tarde desta segunda-feira (30/03), por volta das 16h, policiais militares do 6º Batalhão, em ação conjunta com a Força Tática, realizavam patrulhamento pela cidade com o objetivo de localizar o suspeito de um atentado contra uma residência localizada no bairro Cavalhada. Os militares estavam em posse de imagens de câmeras de segurança que mostravam o suspeito arremessando um coquetel molotov na casa da vítima.
Após receberem informações do setor de inteligência, as equipes seguiram até a residência do suspeito, situada na Rua Joaquim Murtinho, no bairro Cavalhada III, onde o jovem de 24 anos foi localizado e abordado.
Durante a revista pessoal, nada de ilícito foi encontrado. No entanto, ele estava com a mesma bicicleta utilizada na ação criminosa, conforme registrado pelas câmeras de segurança.
Em entrevista aos policiais, o suspeito relatou que, devido à disputa entre facções criminosas, integrantes do grupo ao qual pertence teriam determinado que ele ateasse fogo, por meio de coquetel molotov, em uma residência pertencente a um membro de facção rival. Ele informou ainda que havia confeccionado outros artefatos incendiários para a realização de novos ataques durante a madrugada.
O suspeito contou também que, na parte da manhã, retornou à residência alvo, localizada na Rua dos Ferreiros, com o objetivo de registrar imagens e vídeos para encaminhar à facção como prova de que o ataque havia sido realizado.
Diante da situação, o suspeito foi detido e, juntamente com os materiais apreendidos, encaminhado ao CISC para as devidas providências.
Segundo a polícia, o morador da residência atacada já havia sido alvo de outros atentados, inclusive de uma tentativa de homicídio.
O cidadão de iniciais F.A. de 62 anos procurou a delegacia de polícia queixando do furto de sua motocicleta XRE 300 Sahara, de cor cinza, acontecido em frente a um forró, localizado no Bairro Vila Real.
O comunicante, aborrecido sem quantia, relatou aos investigadores platonistas na 1DP que no último sábado, (28), chegou ao forró e estacionou a motoca em frente ao local e foi se divertir, porém, algum tempo depois, resolveu ir embora e ao chegar ao local onde havia estacionado a moto levou um susto medonho, só encontrou o rastro, pois é, algum vagabundo baixou por lá e bardêou sua nave.
Diante desse atropelo medonho ele resolveu procurar a delegacia de polícia paa comunicar o fato e pedir providências.
A DERF (Delegacia Especializada de Roubos e Furtos) investiga o caso.
A adolescente de 17 anos encontrada morta no córrego Vassoura, no bairro Três Barras, em Cuiabá, foi assassinada por estrangulamento. A informação foi confirmada pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), com base no laudo de necropsia.
O crime foi cometido pelo irmão da vítima, Marcos Pereira Soares, de 23 anos, que foi preso em flagrante. A esposa dele, Mariana Mara, de 36 anos, também foi detida posteriormente, acusada de participação no homicídio.
De acordo com o delegado Caio Albuquerque, a vítima sofreu violência extrema, o que reforça o enquadramento do caso como feminicídio.
“Foi uma morte com sinais evidentes de agressão. Segundo a necropsia, a vítima morreu por estrangulamento. Isso reforça que se trata de um feminicídio, com mais um elemento característico desse tipo de crime”, afirmou.
Ainda conforme o delegado, a forma como o corpo foi encontrado levanta indícios de que o crime não foi cometido por uma única pessoa.
“É um caso que intriga. Primeiro, para entender por que um irmão matou a própria irmã. É algo complexo e extremamente triste. Segundo, pela forma como a garota foi encontrada, com uma pedra sobre o corpo, submersa em um córrego nos fundos de uma residência, próxima à casa do agressor. Pela forma como foi encontrada, ele não agiu sozinho.”, disse.
Segundo a autoridade policial, os elementos reunidos desde o início da investigação já apontavam a possibilidade de participação de outras pessoas no crime. Comportamentos antes, durante e após o assassinato levantaram indícios de autoria contra a mulher presa, o que levou à representação pela prisão temporária, cumprida na última sexta-feira.
CRIME BRUTAL
A jovem estava desaparecida desde o dia 10 de março. Conforme as investigações, o irmão foi até a casa onde ela morava com o companheiro, iniciou uma confusão e a retirou do local à força. Depois disso, a adolescente não foi mais vista.
Na noite do dia seguinte, familiares encontraram o corpo dentro do córrego, nos fundos de uma residência. A vítima estava em posição de bruços, parcialmente submersa, com a mão e a perna esquerda amarradas entre as raízes de uma árvore e uma pedra sobre as costas.
Ela também apresentava sinais de agressão, queimaduras e estava sem roupas, o que levanta a suspeita de violência sexual.
CONTRADIÇÕES E PRISÃO
Durante as investigações, Mariana Mara apresentou versões contraditórias à polícia. Inicialmente, negou envolvimento no crime, mas depois admitiu ter mentido e confirmou que esteve com a vítima dias antes do assassinato.
Ela também mudou a versão sobre o dia do crime, confessando posteriormente que seguiu o marido utilizando um carro por aplicativo, conforme já havia sido relatado por ele.
Além disso, reconheceu como sendo seu um macacão encontrado enrolado no pescoço da adolescente durante a necropsia.
As inconsistências, somadas às provas reunidas, levaram a Polícia Civil a solicitar a prisão temporária da suspeita, além de cumprir mandados de busca e apreensão em endereços ligados a ela.
A Polícia Civil segue apurando o caso para esclarecer a motivação do crime e confirmar a participação de outros envolvidos.
Marcos deve responder por feminicídio e ocultação de cadáver. A investigação também apura a suspeita de estupro.
Na madrugada desta segunda-feira (30), por volta das 2h30, a Polícia Militar foi acionada via CIOSP após a informação de um possível disparo de arma de fogo na Rua dos Ferreiros, no bairro Cavalhada.
Após receber o chamado e em posse do endereço, uma equipe de rádio patrulha, com apoio de outras viaturas, deslocou-se imediatamente até o local. Em conversa com a solicitante, uma mulher de 41 anos, ela relatou que estava dormindo quando acordou assustada com um forte estampido, semelhante a um disparo de arma de fogo.
Ao verificar as imagens das câmeras de segurança da residência, a moradora visualizou um indivíduo vestindo camisa azul, bermuda preta e chinelos, que estava em uma bicicleta e carregava um balde nas mãos.
Durante varredura na lateral do imóvel, os policiais perceberam um forte odor de gasolina. Foi constatado que o suspeito havia arremessado contra o muro da residência um artefato incendiário, possivelmente um coquetel molotov. No entanto, o material não se propagou a ponto de causar incêndio, resultando apenas em uma grande mancha escura provocada pela combustão.
Segundo a polícia, também foram encontrados no meio da rua um balde de tinta na cor vermelha, uma sacola e um galão plástico contendo gasolina.
De posse das características do suspeito, as equipes realizaram rondas nas imediações na tentativa de localizá-lo, porém ninguém foi encontrado.
Diante dos fatos, os materiais foram apreendidos e encaminhados ao CISC para as providências cabíveis. O caso segue sob investigação.
Um homem identificado como Carlos Eduardo, mais conhecido como ‘Baiano' morreu em um grave acidente com sua motocicleta na noite de domingo (29), em Cuiabá.
Segundo informações, a vítima trafegava pela Avenida Palmiro Paes de Barros quando, em determinado momento, perdeu o controle da moto e atingiu o meio-fio.
Com o impacto, o motociclista foi arremessado ao solo. Ele não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local. Perícia Oficial de Identificação Técnica (Politec) foi acionada para análise da ocorrência.
O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para exame de necropsia. Caso será investigado pela Polícia Civil.