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Cáceres, 18 de abril de 2026

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Abr 18

FACÇÕES AVANÇAM NA AMAZÔNIA E PANTANAL; STF EXIGE REAÇÃO

Por ripanosmalandros em 18/04/2026 as 10:15
Publicado em: Notícias
Foto por: Reprodução

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, determinou que o governo federal apresente, em até 15 dias, medidas imediatas para combater o avanço de facções criminosas na Amazônia Legal e no Pantanal, após apontar que o crime organizado passou a dominar atividades como garimpo ilegal, extração de madeira e invasão de terras públicas.

A decisão foi assinada na segunda-feira (13), no âmbito de uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) que acompanha políticas de combate a incêndios florestais e crimes ambientais. Segundo o ministro, a presença das organizações criminosas se tornou um dos principais obstáculos para o controle ambiental e a proteção de comunidades indígenas e tradicionais.

Dados citados na decisão apontam que a atuação das facções avançou rapidamente na região. Levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública indica que a presença do crime organizado na Amazônia Legal saltou de 178 municípios em 2023 para 260 em 2024 e chegou a 344 cidades em 2025, quase metade dos 772 municípios da região.

O estudo também mostra que o Comando Vermelho está presente em 286 municípios e domina exclusivamente 202 cidades, enquanto o Primeiro Comando da Capital aparece em cerca de 90 municípios. Ao todo, 17 facções criminosas atuam atualmente na Amazônia, sendo 14 nacionais e três estrangeiras.

Segundo a decisão, além do tráfico de drogas, as facções passaram a explorar crimes ambientais como principal fonte de renda. Entre as atividades estão o garimpo ilegal, grilagem de terras, extração clandestina de madeira, pesca predatória e tráfico de animais silvestres. As organizações também utilizam essas atividades para lavagem de dinheiro e expansão territorial.

Dados mencionados pelo ministro indicam que 77% do garimpo na Amazônia brasileira era ilegal em 2022, ocupando mais de 2,6 mil quilômetros quadrados. No mesmo período, o ouro ilegal gerou cerca de R$ 18,2 bilhões ao crime organizado, valor superior ao lucro estimado com o tráfico de drogas, que somou R$ 15,2 bilhões.

A decisão também aponta uma evolução na atuação criminosa, com uso de estruturas sofisticadas no garimpo ilegal, incluindo laboratórios clandestinos e substâncias químicas como cianeto, altamente tóxico, além do compartilhamento de rotas logísticas entre tráfico de drogas, armas, madeira e ouro.

O ministro ainda destacou que a presença insuficiente do Estado em áreas remotas facilita o avanço das facções e aumenta a violência contra indígenas, ribeirinhos e comunidades tradicionais. Crimes de grande repercussão na Amazônia, como os assassinatos de lideranças ambientais e indigenistas, também foram citados como reflexo da atuação do crime organizado na região.

Diante do cenário, Flávio Dino determinou que a Advocacia-Geral da União apresente informações dos ministérios da Justiça, Defesa, Meio Ambiente e Povos Indígenas com ações concretas e imediatas. Entre as medidas cobradas estão o reforço de operações da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, além da ampliação da presença das Forças Armadas em áreas críticas e de fronteira.

A decisão também prevê a possibilidade de decretar operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) para conter o avanço das facções e reforçar o combate aos crimes ambientais na Amazônia e no Pantanal.

Por Gazeta Digital


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Abr 18

DESACORDO COMERCIAL - CLIENTE SE RECUSA A PAGAR PROGRAMA E ATIRA EM TRAVESTI DENTRO DE MOTEL; VEJA VÍDEO

Por ripanosmalandros em 18/04/2026 as 09:40
Publicado em: Notícias
Ocorrência policial — Foto por: Montagem/RepórterMT

Uma travesti de 29 anos foi baleada na perna após ser perseguida por um cliente armado, de 37 anos, dentro de um motel, na madrugada dessa sexta-feira (17), no bairro CPA 2, em Cuiabá. A vítima e outra mulher trans entraram em luta corporal com o autor dos disparos, que havia contratado um programa com as duas, mas se recusou a pagar o valor combinado.

Segundo a Polícia Militar, a ocorrência começou após denúncia de disparos de arma de fogo no interior do Motel Califórnia. Imagens de câmeras de segurança do circuito interno do estabelecimento mostram que o suspeito iniciou agressões físicas contra uma das vítimas, que reagiu.

Após a briga, o homem sacou uma arma de fogo e perseguiu a vítima pelos corredores do estabelecimento, efetuando disparos que a atingiram na panturrilha direita. Em relato preliminar, ele afirmou que havia contratado duas mulheres trans para um programa e que a discussão começou após dizer que teria apenas R$ 120 para o pagamento.

Com base nas informações e na placa do veículo, os policiais localizaram o carro do suspeito no bairro Jardim Vitória. Ele foi abordado fora do automóvel, mas resistiu à prisão, investiu contra a equipe e tentou tomar a arma de um policial, sendo necessário o uso de força para contê-lo.

Durante a ação, foram apreendidas duas cápsulas deflagradas de calibre .380, encontradas no motel, e um coldre localizado no interior do veículo. O suspeito afirmou ter descartado a arma em uma área de mata, mas o armamento não foi localizado.

O homem foi encaminhado ao CISC Verdão, onde o caso foi registrado como tentativa de homicídio, resistência e desobediência. As vítimas não foram localizadas para acompanhamento até a delegacia.

Por RepórterMT


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Abr 18

"CASA DE CARNES SHALOM" AQUI VOCÊ COMPRA CARNES DE QUALIDADE E COM O MELHOR PREÇO DA CIDADE

Por ripanosmalandros em 18/04/2026 as 06:00
Publicado em: Notícias

Na Casa de Carnes Shalom você encontra vários tipos de carnes com qualidade e o melhor preço da cidade, como: linguiças, peixes, costelinhas, ventrechas, frangos, carneiros, suinos, carnes frescal pra assar, torresmos, banha de porco, além de todos os tipos de temperos para o seu churrasco, carvão, refrigerantes, cervejas e muito mais.

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Abr 17

POLÍCIA CIVIL PRENDE HOMEM QUE 4BUS0U S3XU4LMEN7E DE MENOR POR MAIS DE OITO ANOS EM COMODORO

Por ripanosmalandros em 17/04/2026 as 21:25
Publicado em: Notícias
Ocorrência policial — Foto por: Reprodução

A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu em flagrante, na tarde de quinta-feira (16.4), um homem de 67 anos, suspeito de abusar de uma menor de idade por mais de oito anos, em Comodoro.

O suspeito trabalhava como caseiro para a família. Ele foi autuado em flagrante pelos crimes de estupro, ameaça, stalking, violência psicológica e posse ilegal de arma de fogo. Na ação, duas armas de fogo foram apreendidas na residência do suspeito.

As investigações iniciaram, ainda na manhã de quinta-feira, quando a mãe da vítima procurou a Delegacia de Comodoro e relatou que a sua filha vinha sofrendo abusos sexuais desde os 8 anos de idade. Atualmente, a vítima tem 16 anos.

O suspeito aproveitava-se da confiança da família e da proximidade com a criança para cometer os crimes, que ocorriam geralmente no sítio da propriedade, na zona rural, enquanto os pais se ausentavam para pescar.

Segundo os elementos colhidos nas investigações, o suspeito intimidava a vítima, afirmava que os atos eram "normais" e utilizava ameaças para garantir o silêncio da menina. No mês de março, o crime voltou a ocorrer na cidade, quando o suspeito forçou relações com a adolescente na ausência dos pais.

O crime foi descoberto quando a menor gravou ligações telefônicas em que o suspeito a importunava e tomou coragem para relatar os fatos à família.

Com base nas informações do estupro e de que ele possuía armamento em sua residência, os investigadores se deslocaram até o endereço do investigado, na área rural, a cerca de 41 km do centro de Comodoro. No local, os policiais localizaram o suspeito. Durante as buscas na residência, foram apreendidas duas armas de fogo calibre 22, seis munições de calibre .22 intactas.

Diante das evidências, o suspeito foi conduzido à Delegacia de Comodoro e autuado em flagrante pelos crimes de estupro de vulnerável e posse ilegal de arma de fogo. Após as providências na delegacia, o preso foi encaminhado para audiência de custódia, ficando à disposição da Justiça.

PJCMT


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Abr 17

PADRE É ACUSADO DE DESVIAR DÍZIMO E VIGIAR EX-SEMINARISTA POR “BOY MAGIA” EM MT

Por ripanosmalandros em 17/04/2026 as 21:11
Publicado em: Notícias
Foto por: Reprodução

Uma investigação criminal conduzida pela Polícia Civil de Alto Araguaia foi aberta após o Ministério Público do Estado (MPMT) determinar a instauração de inquérito para apurar denúncias de desvio de dízimos, uso de PIX em conta pessoal e suspeitas de um esquema financeiro dentro das paróquias Senhor Bom Jesus da Lapa, em Ponte Branca, e São José Operário, em Araguainha, ambas pertencentes à Diocese de Barra do Garças. Os fatos teriam ocorrido entre 2023 e 2024, período em que o padre V.P.S, atuava como administrador das unidades.

As denúncias feitas por um ex-seminarista, que também é jornalista, vieram à tona nesta sexta-feira (17). O caso ganhou um ingrediente inusitado.

Em um print anexado à denúncia, o padre repreende um jornalista, que é ex-seminarista, por supostamente seguir “boys magia” nas redes sociais. “Acabei de deixar de seguir um boy magia bombado… isso gera desconfiança por parte de alguns clérigos”, escreveu o sacerdote, sugerindo julgamento sobre a conduta pessoal. O jornalista rebateu dizendo que segue perfis de forma aleatória e negou qualquer comportamento inadequado.

Segundo o material entregue às autoridades, o sacerdote é investigado por supostas irregularidades na administração de recursos das paróquias por onde passou, incluindo Ponte Branca e Araguainha. Fiéis relatam que valores de dízimos, ofertas e até arrecadações de festas religiosas estariam sendo direcionados para contas pessoais do padre, por meio de transferências via Pix, driblando o controle da Diocese. O próprio salto nos valores após a saída dele chamou atenção: o dízimo, que antes girava entre R$ 2,5 mil e R$ 3,5 mil, praticamente dobrou com outro pároco.

Além da questão financeira, a denúncia aponta um rastro de abusos psicológicos, humilhações e intimidações contra o jornalista que denunciou o caso. O material cita práticas degradantes dentro da casa paroquial, como privação de comida, exposição pública durante missas e até a obrigação de dividir utensílios com animais.

Paralelamente, o denunciante também acionou instâncias máximas da Igreja, incluindo o Vaticano. Em um dos documentos, ele pede o afastamento imediato do padre com base no Direito Canônico, alegando risco de escândalo e interferência nas investigações.

A denúncia ainda detalha episódios considerados graves, como cobrança de despesas pessoais ao seminarista, suspeita de pagamentos indevidos, além de relatos de fiéis que descrevem o padre como autoritário, apelidado nos bastidores de “coronel”.

O documento completo, com mais de 180 páginas, reúne laudos médicos, prints de conversas, comprovantes e depoimentos que, segundo o denunciante, evidenciam um padrão contínuo de abuso de poder e possíveis crimes.

Os abusos

Segundo a denúncia, os abusos teriam começado em dezembro de 2023, quando a vítima chegou à Diocese para um período de discernimento vocacional com vistas à ordenação sacerdotal. De acordo com o relato, o padre Vandilson teria submetido o seminarista a um conjunto sistemático de práticas de degradação psicológica, que incluíam privação de alimentos, obrigação de usar utensílios contaminados pelos animais do sacerdote, humilhações públicas durante celebrações de missas e em grupos de WhatsApp paroquiais, além de intimidações constantes.

A situação teria se agravado a ponto de a vítima ser internada em UTI coronária do Hospital Santa Rosa, em Cuiabá, em decorrência direta do clima de tensão e violência psicológica imposto pelo sacerdote. Laudos médicos e psicológicos documentam o quadro de saúde da vítima. Registros do Hospital Nossa Senhora da Abadia, em Ribeirãozinho, também apontam internações por pressão alta e febre emocional causadas pelos abusos. Testemunhas confirmam os atendimentos. O próprio padre teria ironizado publicamente a internação em UTI durante uma missa, atribuindo-a a hábitos alimentares da vítima.

No âmbito doméstico, o tratamento dispensado ao seminarista também era degradante. Segundo o relato, quando chegava para jantar, a refeição já havia sido dada aos cachorros do padre, obrigando-o a se virar com o que restava. Em outras ocasiões, o sacerdote servia primeiro os animais e somente depois permitia que o seminarista se alimentasse.

Ex-paroquianas das comunidades onde o padre atuou relatam um padrão consistente de abuso e irregularidades financeiras. Uma ex-paroquiana de Ponte Branca afirmou que o padre recebia não apenas valores da festa do padroeiro, mas também doações depositadas diretamente em sua conta pessoal. Outra relatou que o dízimo praticamente dobrou após a saída do sacerdote, levantando suspeitas.

Uma ex-paroquiana de Ribeirãozinho destacou o contraste entre a postura do padre e a do seminarista, descrevendo o segundo como atencioso e próximo da comunidade, mesmo diante das restrições impostas.

A denúncia descreve ainda que o padre teria cobrado do seminarista o pagamento da conta de energia elétrica da casa paroquial como condição para uso do ar-condicionado, apesar de o equipamento ter sido instalado por determinação do bispo. Também há relato de exigência de pagamento para substituição da bateria de um veículo da paróquia, com comprovante anexado.

Um dos episódios mais graves envolve um ex-coroinha menor de idade, a quem o padre teria pago para realizar massagens em seu corpo. O caso é corroborado por áudio já entregue à Polícia Civil e anexado ao inquérito.

Caixa 2

As irregularidades financeiras descritas vão além de casos pontuais. Segundo a denúncia, o padre teria direcionado sistematicamente para suas contas pessoais recursos que deveriam ir para as contas oficiais das paróquias, incluindo dízimos, ofertas, rifas, festas religiosas e doações diversas.

O método, conforme o relato, consistia em convencer fiéis a depositarem valores diretamente via Pix em sua conta, sob a justificativa de dificuldades financeiras das paróquias e para evitar repasses obrigatórios à Diocese.

Há ainda a suspeita de uso de nota fiscal simulada de um supermercado para viabilizar doações de uma instituição pública, o que pode configurar improbidade administrativa.

A denúncia também aponta tentativas de obstrução, como um áudio em que uma secretária assume a responsabilidade pelos desvios. Segundo o relato, as prestações de contas eram manipuladas, com retirada de notas fiscais para reduzir valores declarados à Diocese.

O aumento nos valores de dízimos após a saída do padre reforça, segundo os denunciantes, a suspeita de desvio sistemático.

“O bispo sempre me protegerá”

De acordo com a denúncia, o padre criava um ambiente de intimidação ao afirmar que qualquer denúncia ao bispo não teria efeito, pois ele próprio seria designado para tratar do assunto.

Um episódio citado envolve um jovem com pensamentos suicidas, cujo atendimento foi interrompido pelo padre, que teria pressionado o seminarista a encerrar a conversa.

Em novembro de 2024, o sacerdote proibiu a realização de exéquias para um jovem de 18 anos, alegando falta de batismo. A declaração pública gerou revolta na comunidade. Posteriormente, o seminarista comprovou que o jovem havia sido batizado em circunstâncias válidas e realizou a cerimônia.

Desvio de função

A denúncia também aponta que uma secretária paroquial teria sido obrigada a exercer funções de cozinheira sem remuneração adequada.

A vítima formalizou três pedidos de afastamento cautelar do padre, com base no Direito Canônico, mas nenhum foi atendido pelo bispo diocesano.

Segundo a denúncia, o bispo já tinha conhecimento dos fatos desde agosto de 2024 e não teria adotado providências.

Em fevereiro de 2025, o Conselho Presbiteral não formou maioria para afastar a vítima do processo vocacional, mas o bispo determinou o afastamento de forma unilateral, sem processo formal.

O bispo também é alvo de denúncia junto à Santa Sé, com base em normas que preveem responsabilização por omissão.

Após as denúncias, o padre foi transferido para a Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora, em Barra do Garças. A mudança é apontada como tentativa de proteção institucional.

Antes de sair da paróquia, o seminarista registrou relatos no Livro de Tombo. Há suspeita de que essas páginas tenham sido removidas, o que pode configurar supressão de documento.

A denúncia pede a apreensão do documento pelas autoridades.

Também é apontado que os conselhos paroquiais funcionavam apenas formalmente, sem participação efetiva nas decisões.

Em resposta, o padre apresentou queixa-crime contra a vítima por calúnia e difamação. Especialistas apontam possível retaliação, prática vedada por normas da Igreja.

A vítima já foi convocada para prestar depoimento na Polícia Civil de Alto Araguaia.

Histórico do sacerdote

Segundo a denúncia, o padre é egresso da Diocese de Osasco, onde teria sido desligado do seminário. Foi ordenado diácono em 2019 e sacerdote em 2020 na Diocese de Barra do Garças, onde ocupou diversos cargos de destaque.

A vítima afirma ter abandonado carreira e rendas significativas para seguir a vocação religiosa. O afastamento do processo vocacional, sem processo formal, teria causado prejuízos pessoais e profissionais.

Por Folhamax


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Abr 17

HOMEM DIZ JÁ TER MATADO 4, TENTA ATACAR POLICIAIS E ACABA PRESO APÓS IMOBILIZAÇÃO

Por ripanosmalandros em 17/04/2026 as 18:00
Publicado em: Notícias
Ocorrência policial — Foto por: Reprodução

Um homem de 43 anos foi preso na tarde desta quinta-feira (16), em Cuiabá, após ameaçar policiais com duas armas brancas e tentar atacá-los durante o atendimento de uma ocorrência.

De acordo com a Polícia Militar, a equipe foi acionada por populares para prestar socorro a uma mulher que estava caída ao solo. No local, os militares identificaram que a vítima apresentava sinais de possível crise epiléptica e iniciaram os primeiros atendimentos, acionando o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

Durante o atendimento, o suspeito, que se apresentou como companheiro da mulher, passou a ameaçar os policiais. Armado com duas facas, ele afirmou que já teria cometido 4 homicídios e que faria mais um contra a equipe.

Em seguida, o homem avançou contra os militares, sendo necessário o uso moderado da força para contê-lo. Equipes de apoio foram acionadas e auxiliaram na imobilização do suspeito, que resistiu ativamente às ordens policiais durante toda a ação.

Após ser colocado na viatura, o homem continuou agressivo, chutando o compartimento de presos e causando danos ao veículo, além de proferir novas ameaças.

O suspeito foi encaminhado à Central de Flagrantes, onde o caso foi registrado como tentativa de homicídio, resistência, desobediência, ameaça, dano qualificado e uso ilícito de drogas. Durante checagem, foi identificado um mandado de prisão em aberto em seu nome, porém com divergência de dados, o que será apurado pelas autoridades.

Por Gazeta Digital


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Abr 17

AUDIÊNCIA RESSALTA IMPORTÂNCIA DA MANUTENÇÃO DO CENTRO DE DIREITOS HUMANOS NA FRONTEIRA

Por ripanosmalandros em 17/04/2026 as 15:00
Publicado em: Notícias

Em Cáceres, onde o Brasil se encontra com a Bolívia ao longo de mais de 700 quilômetros de fronteira seca, o Centro de Referência em Direitos Humanos (CRDH) se consolida como um verdadeiro porto seguro contra a invisibilidade e a desumanização. No dia 16 de abril de 2026, a notícia de um possível fechamento da unidade, motivado por contenção de custos, mobilizou a sociedade civil e autoridades em uma audiência pública na Câmara Municipal, transformando o plenário em um espaço de defesa firme e inegociável da dignidade humana.

A coordenadora do centro, Polianna de Souza, abriu o debate com um lembrete essencial: embora o CRDH já tenha alcançado mais de 20 mil pessoas desde sua criação, seu verdadeiro impacto não cabe em números.

Ele se revela nas trajetórias reconstruídas. Como a de Lucia Melo Garrido e de seu esposo, o artesão chileno Hiram Garrido Sanhueza, que por anos viveram à margem, dormindo sob o teto da universidade local apenas quando a cidade silenciava. Ex-moradores de rua, o casal de artesãos encontrou no CRDH a ponte para a documentação e, consequentemente, para a educação.

"Esperávamos a cidade dormir para poder descansar", relatou Lúcia em um depoimento que silenciou o plenário. Hoje, aos 54 anos, ela está concluindo o ensino médio e planeja a faculdade, junto com Irã, e também se especializam em cursos técnicos. O relato deles evidencia que o fechamento da unidade não economiza dinheiro; ele interrompe trajetórias de dignidade.

Essa atuação se sustenta em uma rede institucional que articula diferentes níveis do sistema de justiça. O defensor público estadual Diego Rodrigues Costa destacou o papel estratégico do centro no atendimento a famílias de pessoas privadas de liberdade, um grupo frequentemente invisibilizado e penalizado junto com quem está preso. Segundo ele, o CRDH se tornou a principal ponte entre essas famílias e a Defensoria Pública, especialmente em questões que envolvem saúde mental e dignidade no sistema carcerário.

A mesma percepção foi compartilhada pelo defensor público da União, Renan Souto Maior, que ressaltou a importância da unidade na identificação de casos de trabalho análogo à escravidão e na regularização de crianças brasileiras nascidas em território boliviano. A presença de Grover Paco Arce, representante do Consulado da Bolívia, evidenciou que a atuação do CRDH ultrapassa fronteiras nacionais, lidando com uma realidade transfronteiriça complexa, onde violações de direitos frequentemente não encontram resposta institucional adequada. Sem essa estrutura na ponta, muitas dessas situações sequer chegam ao conhecimento das instâncias judiciais.

O secretário adjunto de Direitos Humanos, Cristiano Nogueira, enfatizou que sua participação no encontro visava, acima de tudo, abrir os ouvidos para as realidades de quem vive na fronteira. Ao se colocar como um elo entre o território e a capital, Cristiano buscou garantir que o trabalho de manutenção do Centro de Referência não ficasse restrito aos debates da Câmara.

A indignação diante da ameaça de fechamento ganhou dimensão política na fala do vereador Cézare Pastorello (PT). Ele chamou atenção para uma contradição estrutural: enquanto se luta para preservar um equipamento essencial, o município convive com outras violações massivas de direitos. Entre elas, a ausência de transporte público, que compromete o acesso de idosos a serviços bancários, de estudantes às escolas e de pacientes às unidades de saúde. Trata-se, segundo o parlamentar, de uma barreira concreta ao exercício da liberdade, um direito que, na prática, segue negado a grande parte da população.

O debate também apontou caminhos. Rodrigues Schneider, da Ouvidoria Geral de Polícia de Mato Grosso (OGP-MT), sugeriu a evolução do modelo atual para uma unidade especializada de fronteira, capaz de responder a demandas específicas como o tráfico de pessoas e o atendimento a migrantes de múltiplas nacionalidades. A complexidade social de Cáceres, marcada por desigualdades profundas e pelo racismo estrutural, refletido de forma evidente no sistema prisional, como destacou Marcela Profeta, exige não apenas a manutenção, mas o fortalecimento das políticas públicas de direitos humanos.

Outras vozes reforçaram a urgência do tema. Valquíria de Souza, do Conselho Municipal de Educação (CMEC), alertou para os entraves documentais que ainda impedem crianças migrantes de acessarem a escola, perpetuando ciclos de exclusão.

Representantes do Ministério Público, da OAB e da Organização Internacional para as Migrações foram unânimes: a rede de proteção social de Cáceres depende diretamente da atuação do CRDH.

Ao final, muito além do que uma audiência, o encontro consolidou um posicionamento coletivo. A economia de recursos não pode servir de justificativa para o apagamento de vidas. Manter o CRDH ativo é garantir que a fronteira não se transforme em linha de abandono, mas permaneça como território de encontro, acolhimento e afirmação de direitos.

Por Márcio Camilo/Assessoria CMC


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