Uma carreta carregada com soja caiu de uma ponte de madeira na rodovia estadual MT-560, na manhã desta quarta-feira (29), no trecho que liga a região ao município de Tapurah (388 km de Cuiabá). Apesar da gravidade do acidente, o motorista não sofreu ferimentos.
Vídeos que circulam nas redes sociais mostram o momento após o acidente, com a cabine do veículo parcialmente submersa no córrego conhecido como Córrego Grande, enquanto parte da estrutura da carreta ficou pendurada no barranco.
De acordo com informações apuradas, o condutor seguia em direção a Sorriso quando percebeu uma falha no sistema de freios ao tentar reduzir a velocidade. Sem controle, o veículo saiu da pista e acabou despencando da ponte de madeira.
O caso chama atenção para as condições de trafegabilidade em trechos da rodovia, especialmente em estruturas mais antigas, como pontes de madeira, comuns em regiões do interior.
As circunstâncias do acidente devem ser apuradas pelas autoridades competentes.
Um escrivão da Polícia Civil de Mato Grosso está no centro de uma grave polêmica após ser denunciado à Corregedoria da instituição. O motivo: fotos íntimas em que aparece usando a camisa da corporação enquanto expõe o próprio corpo.
As imagens teriam sido publicadas em um perfil atribuído ao servidor e rapidamente se espalharam por redes sociais e grupos de WhatsApp, causando indignação e repercussão na cidade.
No perfil, o jovem de 27 anos se apresenta como “policial novinho de Cuiabá (MT)” e faz descrições de cunho sexual, oferecendo supostos serviços como acompanhante. O conteúdo também foi divulgado em sites voltados a esse tipo de anúncio.
De acordo com a Polícia Civil, o servidor é recém-empossado e atualmente frequenta o curso de formação na Academia de Polícia (Acadepol).
O caso veio à tona nesta semana e ainda está sob apuração. Até o momento, não há confirmação oficial de que o perfil pertença de fato ao escrivão. A defesa do citado ainda não foi localizada, e o espaço segue aberto para manifestação.
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A Câmara de Cáceres sediará nesta quarta-feira (29.04), a partir das 19h, audiência pública sobre os fios soltos nos postes da cidade. O encontro, que é uma iniciativa do gabinete do vereador Jerônimo Gonçalves (PL), é considerado suma importância à segurança da população.
A questão dos fios e cabos que se acumulam de forma desorganizada e, por vezes, em situação de risco, tem sido motivo de crescente preocupação entre os moradores. O vereador Jerônimo Gonçalves enfatiza a urgência do tema: "Esses fios soltos representam um perigo real à nossa população. É uma situação urgente que precisa ser resolvida o quanto antes."
O parlamentar ressalta que a audiência pública é um passo fundamental para encontrar soluções eficazes e duradouras. "Por isso nós estamos propondo essa audiência pública, para ouvir a população, ouvir as empresas, ouvir todos os envolvidos e propor uma solução", afirma Gonçalves.
Serão convidados representantes das concessionárias de energia elétrica e de serviços de telecomunicações, além de órgãos fiscalizadores e a comunidade em geral, para que todos os ângulos do problema sejam abordados.
O parlamentar destaca ainda que o evento é um exemplo claro da importância da audiência pública como ferramenta essencial do Poder Legislativo.
“Ao abrir espaço para o diálogo e a participação popular, a Câmara de Cáceres demonstra seu compromisso em ouvir os anseios da comunidade e, a partir daí, construir soluções conjuntas – que podem incluir a proposição de novos projetos de leis ou a fiscalização de medidas existentes – visando aprimorar os serviços públicos e garantir a segurança e o bem-estar de todos os cidadãos”, enfatiza o parlamentar.
SERVIÇO
Evento: Audiência Pública sobre Fios Soltos em Postes Data: Terça-feira, 29 de abril Horário: A partir das 19h Local: Câmara Municipal de Cáceres Entrada: Gratuita e aberta a toda a população.
Uma adolescente de 17 anos acionou a Polícia Militar na madrugada desta quarta-feira, 29 de abril, para denunciar um caso de abuso sexual no bairro Junco. A ocorrência foi registrada por volta das 02h30, após a vítima entrar em contato com o Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (CIOSP).
Ao chegar à Avenida Nossa Senhora do Carmo, o local indicado para o encontro, a rádio patrulha localizou a jovem. Em seu relato aos policiais, a adolescente informou que estava em um bar consumindo bebidas alcoólicas quando foi abordada por um homem de 52 anos. Segundo ela, ambos saíram para lanchar e, posteriormente, seguiram para a residência do suspeito.
A jovem afirmou que, no local, eles combinaram um programa sexual pelo qual recebeu o valor de R$ 200,00. O conflito teria começado após o ato, quando o homem insistiu para que ela pernoitasse no imóvel. Diante da recusa da adolescente, o suspeito negou-se a levá-la de volta ao bar onde estava. A vítima decidiu então deixar a residência a pé e solicitar o auxílio das autoridades.
Com base nas informações e na localização fornecida, a equipe policial deslocou-se até o imóvel do homem. Ele foi detido e encaminhado ao Centro Integrado de Segurança e Cidadania (CISC) para a prestação de esclarecimentos e as providências legais cabíveis.
O caso foi entregue à Polícia Civil, que segue com as investigações para apurar as circunstâncias do ocorrido e as possíveis implicações criminais envolvendo a menor de idade.
A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quarta-feira (29.4), a Operação Sem Rastros, para cumprimento de ordens judiciais dentro de investigação sobre a atuação de membros de uma facção criminosa envolvidos em crime de homicídio qualificado e ocultação de cadáver, ocorrido em fevereiro de 2026, no município de Araputanga.
Na operação, são cumpridas 12 ordens judiciais, sendo três mandados de prisão preventiva, um mandado de internação provisória, quatro mandados de busca e apreensão e quatro quebras de sigilo telefônico, expedidos pela Vara Única de Araputanga.
Os mandados são cumpridos nas cidades de Araputanga, Indiavaí, Cáceres e Figueirópolis D'Oeste. Além das medidas executadas na operação, no curso das investigações foram concedidas outras ordens judiciais que contribuíram para o avanço das apurações.
Desaparecimento
As investigações conduzidas pela Delegacia de Polícia de Araputanga iniciaram com o registro de boletim de ocorrência noticiando o desaparecimento da vítima, vista pela última vez em 20 de fevereiro de 2026. Ao longo de aproximadamente dois meses de investigação, foi possível identificar cinco autores com participação direta na execução da vítima.
Durante o trabalho investigativo, foram reunidos diversos elementos probatórios que subsidiaram a operação, entre os quais relatórios de investigação, termos de interrogatório, representações, além de registros de áudio e vídeo que confirmaram a participação do grupo criminoso no crime.
Os trabalhos também contaram com o apoio do Corpo de Bombeiros de Pontes e Lacerda e da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), que atuaram nas buscas pelo corpo da vítima e na realização de perícias técnicas, contribuindo de forma relevante para o esclarecimento dos fatos.
Dinâmica do crime
Segundo as investigações, a vítima vinha sofrendo ameaças de integrantes da facção criminosa, em razão de rumores de que teria praticado crime de natureza sexual contra uma mulher.
No dia dos fatos, a vítima teria sofrido uma emboscada arquitetada pelos autores na residência de um dos envolvidos.
Com planejamento prévio, os criminosos agiram de forma coordenada para suprimir a capacidade de defesa da vítima, que, em seguida, foi conduzida às margens do Rio Jauru, onde foi assassinada com golpe de faca na região do pescoço, sendo degolada pelos executores.
Após a execução, os autores ainda tentaram apagar os rastros incendiando o corpo da vítima e lançando-o nas águas do Rio Jauru, em evidente tentativa de dificultar o trabalho investigativo da polícia.
Cabe destacar que um dos autores, indivíduo já conhecido no meio policial pela prática reiterada de crimes graves e que se encontrava monitorado por tornozeleira eletrônica, rompeu o dispositivo logo após a execução do delito e empreendeu fuga em direção ao município de Cáceres.
Nome da operação
O nome da operação faz referência à forma de atuação dos integrantes do grupo criminoso, que agiram na execução e ocultação do corpo da vítima tentando apagar todos os vestígios, para que o corpo não fosse localizado, na tentativa de não deixar rastros para o esclarecimento do crime.
Operação Pharus
A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.
Renorcrim
As atividades em curso estão inseridas no cronograma da Operação Nacional da Renorcrim (Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas).
A iniciativa é coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Senasp (Secretaria Nacional de Segurança Pública) e sua Diopi (Diretoria de Operações Integradas e Inteligência). A rede articula as unidades especializadas das Polícias Civis de todo o país, promovendo uma resposta unificada e de alta precisão contra as estruturas do crime organizado.
O Corpo de Bombeiros iniciou buscas na região da Terra Indígena Sararé para tentar localizar Mislene de Souza, de 37 anos. Ela está desaparecida desde a tarde do último sábado (25), após retornar a um garimpo ilegal para recuperar objetos pessoais deixados para trás durante uma fuga.
O caso foi registrado na Polícia Civil na noite de segunda-feira (27) pelo sobrinho da vítima, que procurou a delegacia de Pontes e Lacerda para comunicar o desaparecimento.
Fuga e Retorno ao Garimpo
De acordo com o Boletim de Ocorrência, Mislene trabalhava no garimpo localizado na Terra Indígena Sararé. Recentemente, devido a uma operação realizada pelas forças de segurança na área, ela precisou fugir às pressas de volta para a cidade, deixando seus pertences no local.
No último sábado (25), Mislene saiu de casa acompanhada de sua irmã com o objetivo de retornar ao garimpo e recuperar os objetos. No entanto, a situação tomou um rumo preocupante quando apenas a irmã de Mislene retornou para a cidade.
O Desencontro
Aos familiares, a irmã relatou que as duas acabaram se desencontrando durante o tempo em que permaneceram na área de extração ilegal. Ela afirmou não saber informar o paradeiro de Mislene. Desde então, a vítima não fez nenhum contato com a família e não há notícias sobre a sua localização.
Diante do desaparecimento em uma área de mata e de difícil acesso, equipes do Corpo de Bombeiros foram acionadas e realizam buscas intensivas na região do garimpo Sararé para tentar localizar a mulher. A Polícia Civil também acompanha o caso.