ACONTECE HOJE NO KULHALL SERTANEJO A 4 NOITE DO FLASHBACK, NÃO PERCAM
em 12/08/2017 as 17:00
Neste sabadão, 12/08, por volta das 09:00Hs, um senhor de iniciais I.S. de 65 anos, morador do pacato Bairro EMPA, compareceu no badalado CISC para queixar de um furto medonho que sofreu na calada da madrugada, em seu 'butequinho', localizado na parte da frente de sua residência.
ASSUNTA O PAMPÊRO
O cidadão contou para policia que no sereno da madrugada, por volta de 01:00Hs, duas celebridades que atuam no referido bairro, sendo eles de apelidos "Salsicha & Gaguinho", tiveram a audácia de despregar algumas tábuas da parede do seu butequinho e pularam pra dentro e de lá carregaram 01 botijão de gás, mas que só não roubaram mais coisas porque ele (vítima) ouviu barulhos e se levantou para ver oque era, nisso a dupla "Salsicha & Gaguinho" saíram correndo para os fundos, onde da acesso a um terreno baldío.
A vítima disse ainda que tem certeza que são eles porque os dois ainda tiveram a audácia de vender o botijão para o seu vizinho, próximo ao seu comércio.
Diante dessa vagabundagem ele compareceu no badalado CISC para comunicar o fato e pedir providências.
Na manhã deste sábado, 12/08, por volta das 10:00Hs, uma cidadã de iniciais A.R. de 29 anos, moradora do Bairro Vila Irene, compareceu no badalado CISC para queixar de um roubo seguido de agressão que sofreu poucas horas atrás.
VAI VENNNNNNNNNDO
A vítima, muito revoltada, relatou para os investigadores de plantão na 1DP que pouco tempo atrás, seguia tranquilamente pela Rua Luiz de Albuquerque, no Bairro da Cavalhada e quando passava aos fundos da Unemat, foi atacada por um indivíduo que estava em uma motoca, de cor vermelha, não que não se lembrava da marca e que o sujeito parou próximo a ela, desceu da motoca e puxou sua bolsa, em seguida começou a agredi-la com socos e pontapés e dizia "você é irmã dele, você é irmã dele", e que ele (suspeito) estava muito bravo, mas que ela não sabia o porque, logo após, o mesmo fugiu em disparada, tomando rumo ignorado, levando a sua bolsa.
A cidadã contou ainda para policia que no interior da bolsa que o indivíduo roubo estavam todos os seus documentos pessoais, cartões de banco, 400 contos em dinheiro e seu telefone celular, sendo um de marca Samsung J5, de cor cinza.
Diante dessa fuleragem ela compareceu na delegacia de policia para comunicar o fato e pedir providências.
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Na noite de ontem, 11/08 (sexta feira), a guarnição policial da Força Tática, realizando rondas ostensivas pela badalada Avenida São Luis, (faixa de gaza), foi acionada por um casal de motociclista informando que sua amiga havia sido roubada na Rua Padre Cassemiro, próximo ao antigo prédio do rei do cimento.
Diante disso a guarnição policial imediatamente foi pro local do fato, chegando lá já se encontrava uma outra viatura policial atendendo a vítima, sendo ela de iniciais R.S.S. de 21 anos, moradora do Bairro Santa Cruz, que confirmou o fato e indicou por onde os suspeitos teriam fugido, com isso, os policiais saíram na batalha dos indivíduos, em seguida receberam uma informação via CIOSP de que um casal, em uma moto, havia se acidentado na Avenida dos Estados, no Bairro Jardim Guanabara, próximo a prefeitura e que os acidentados possuíam as mesmas características dos suspeitos que roubaram a vítima na Rua Padre Cassemiro, pouco tempo atrás.
Após as informações recebidas a guarnição policial se deslocou até o local do acidente, chegando lá encontraram uma moto Suzuki, de cor preta, placa NJM 0120, caída as margens da via, e a vítima caída no chão, identificada como sendo de iniciais R.M.M. de 34 anos, moradora do Bairro Vitória Régia, onde em contato com o CIOSP e a vítima, foi confirmado que realmente era a pessoa que havia praticado o roubo.
No local do acidente, em conversa com populares, disseram que a moto estava alta velocidade e quando fazia a conversão para entrar na Avenida dos Estados, perderam o controle do veículo, vindo a se acidentar e que havia um homem na garupa da moto, mas que depois do acidente ele fugiu com uma mochila na cacunda, tissou na carreira e entrou em uma quisaça, deixando sua companheira de serviço caída no chão.
Após ouvirem o relato das pessoas, os policiais reviraram a quisaça atrás do indivíduo e encontraram apenas os pertences da vítima, menos o celular que também foi roubado, ai pronto ! a casa caiu, já rebocaram a suspeita pro badalado CISC para as devidas providências.
VAI VENNNNNNNNNNNNNNDO
Já nas confortáveis instalações da delegacia, enquanto confeccionavam o boletim de ocorrência, compareceu no local, uma senhora de iniciais C.P.P. de 36 anos, dizendo que estava em frente seu estabelecimento comercial, quando um casal, em uma motocicleta parou e o sujeito que estava na garupa desceu, levantou a camiseta, mostrou um volume na cintura e anunciou o roubo, levando o seu celular, sendo um Iphone 7, de cor rosa.
Já a vítima, R.S.S. (roubada na Rua Padre Cassemiro), quando viu a "Gatuna" detida no CISC, reconheceu na hora como sendo a condutora da moto utilizada no roubo, que sofreu pouco tempo atrás.
Por sua vez, a suspeita (presa) disse para os policiais que o indivíduo que TRABALHOU com ela no roubo, se chama Edson, morador do Bairro 12 de Agosto.
Um sorriso enorme se abriu no rosto de Alef Pereira, de 23 anos, quando viu sua foto na tela de um telefone. Era a primeira vez que ele via o seu rosto em duas semanas. Na última, o viu refletido no espelho de um motel barato em São Gonçalo como a face de Jéssica Pereira, uma travesti que, em seguida, foi asfixiada até desmaiar e trancada num quarto em chamas.
A Polícia Civil divulgou nesta sexta-feira o nome do suposto agressor, o foragido da Justiça Fábio Barreto da Silva, de 23 anos. Para Alef, Jéssica morreu naquele quarto, vítima de transfobia, na madrugada do dia 28 de julho.
O rosto, mesmo que emoldurado por queimaduras que marcam o pescoço, lábio e que consumiram quase totalmente a orelha esquerda, é uma das partes mais preservadas do corpo de Alef, que segue internado no Hospital Estadual Alberto Torres, no Colubandê, a quatro quilômetros do local do ataque. Cerca de 50% do corpo foi queimado, principalmente porque o lençol no qual estava enrolada foi molhado com bebida alcoólica, que alimentou as chamas.

Hoje, com o corpo coberto por ataduras que permitem facilmente apenas o movimento do braço direito, Alef falou sobre o ataque. A vasta cabeleira já não existe mais, mas o movimento delicado da mão e as unhas cuidadas ainda insiste em mostrar a suposta causa da agressão.
O que você sentiu quando viu a foto do agressor?
Quando a delegada trouxe a foto eu senti muita raiva dele. Muita mesmo. Por que fazer uma coisa dessas comigo? Não tinha motivo. Mas agora eu penso que não é bom sentir raiva. Não me ajuda. Muita coisa mudou.
Como por exemplo...
Eu não sou mais travesti. Não vou mais fazer isso, de ser travesti. Eu me esforçava demais para ser, mas era muito difícil. Ainda é. Eu insistia para poder trabalhar, para ganhar dinheiro. Mas agora vou ser gay boy (gay que se veste com roupas masculinas).
E como vai trabalhar agora?
Eu vou procurar um outro trabalho. Para mim, a prostituição nunca foi digna. Eu vou trabalhar com algo digno, vou voltar a estudar.
Você estudou até que série?
Eu fiz até a 8ª. Vou retomar.
Confusão de gênero pós-trauma
Para Well Castilhos, fundador do grupo gay Liberdade, com atuação em São Gonçalo, e especialista gênero e sexualidade pela UERJ, Alef está repensando a sua identidade depois do ataque. Segundo ele, a pessoa acaba se culpabilizando pela violência sofrida.
É natural que a vítima, sob o efeito da violência e do trauma, repense sua identidade por se sentir culpada. Isso pode acontecer não somente com uma pessoa trans em situação de violência, mas com qualquer pessoa. Mas seja qual for sua decisão, ela deve ser apoiada. Tivemos a oportunidade de conhecer a sua mãe e a irmã, que ficaram todo o tempo a seu lado, e temos certeza que estas a apoiarão em todas as suas escolhas avaliou.
O crime
Alef, como Jéssica, encontrou Fábio para um programa em Alcântara, em São Gonçalo. Uma amiga de Jéssica, também travesti, chegou a recusar o trabalho porque o cliente tinha um perfil muito agressivo. O casal entrou no hotel na madrugada de sexta-feira. Fábio chegou a deixar o local para comprar bebidas e retornou. Algum tempo depois, saiu novamente. Foi quando outros hóspedes viram as chamas e pediram socorro.
Jéssica estava desacordada, caída, depois de uma tentativa de asfixia com o lençol. O caso foi registrado na 74ªDP (Alcântara). A delegada Carla Tavares usou depoimentos de pessoas que viram Fábio para buscar a identificação do agressor. Jéssica, agora Alef, o reconheceu por fotografia. O acusado já é foragido, sendo condenado por tráfico e roubo.
Fonte:extra
Um policial militar foi preso pela Polícia Civil na quinta-feira (10) por dirigir embriagado e sob efeito de entorpecente em Cuiabá. Eder Ribeiro da Silva, de 35 anos, foi detido após parar o carro sobre a calçada, nas proximidades da Rodoviária da capital.
Ao ser abordado por policiais da Delegacia Especializada de Repressão a roubos e Furtos de Veículos (Derrfva), o PM inicialmente disse que havia parado no local para conversar com uma amiga. Questionado pelos policiais, ele confessou que havia feito uso de entorpecente e que estava bêbado.
O G1 entrou em contato com a Polícia Militar, mas ainda não recebeu um posicionamento da corporação sobre o caso.
De acordo com a Polícia Civil, foi solicitado ao soldado da PM para que apresentasse a sua arma de fogo e o respectivo registro. Porém, o policial afirmou que não possuía registro da arma, que foi apreendida, assim como três munições intactas e uma deflagrada. Durante revista no veículo, os policiais ainda apreenderam um cachimbo artesanal que seria utilizado para uso de crack.
O policial militar foi levado para a sede da Derrfva, onde prestou depoimento e foi autuado em flagrante por porte ilegal de arma de fogo e embriaguez ao volante.
O soldado não teve fiança arbitrada e foi entregue ao 10º Batalhão da Polícia Militar. Ele deve passar por uma audiência de custódia no Fórum de Cuiabá.
G1/MT
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