Um idoso, de 74 anos, foi brutalmente agredido por um grupo de cinco pessoas após uma discussão por causa de uma bananeira, em Santo Antônio de Leverger, na tarde da última quinta-feira (23).
A vítima teve um corte profundo na cabeça e fraturou a clavícula, necessitando de atendimento médico.
Conforme o boletim de ocorrência, a esposa do idoso compareceu até a delegacia da Polícia Civil e narrou o incidente. Segundo a mulher, os desentendimentos com o suspeito são frequentes e que são sempre por causa de um terreno, do qual o agressor alega ser proprietário.
No entanto, a mulher da vítima narrou que o terreno é abandonado e que ela mesma faz a manutenção do local, que é abrigo de diversos animais peçonhentos.
Antes da agressão, a mulher e o suspeito haviam protagonizado uma discussão porque ele plantou uma bananeira perto do muro da casa dela e a árvore comprometeu a estrutura da parede. Dessa forma, ela pediu para que uma pessoa retirasse a planta, o que irritou o vizinho.
Na sequência, ela declarou que deixou o suspeito, que estava acompanhado de outros quatro homens, conversando com o marido dela em frente á residência e quando voltou a agressão já havia acontecido. Os agressores fugiram após o ataque.
De acordo com a esposa do idoso, além da idade avançada, ele tem diversos problemas de saúde. A vítima teve um ferimento profundo na cabeça e fraturou a clavícula. Um boletim de ocorrência foi confeccionado na Polícia Civil, que investigará o caso.
Na tarde de ontem, (24), sexta feira, por volta das 16:20Hs, a Polícia Militar através da Força Tática realizando rondas pela cidade recebeu uma solicitação do setor de inteligência para realizar a abordagem em um indivíduo moreno, usando camiseta branca e bermuda jeans, sendo que este, havia saído da casa onde mora, no residência jardim aeroporto, em posse de uma porção de entorpecentes, e que estaria seguindo em uma moto em direção ao centro da cidade.
Após a solicitação e em posse das características do suspeio e da moto, alguns minutos depois o suspeito foi abordado próximo a uma área de mata, e durante a revista pessoal foi localizado em sua posse uma porção de maconha, então, dada a situação do mesmo ter sido visto saindo de sua residência com uma porção de entorpecentes foi realizado diligência até a sua residência, onde foi solicitada a permissão para realizar uma busca no local, sendo autorizada pela irmã do mesmo, e durante os trabalhos foi localizado em uma edícula, aos fundos da casa, no vaso sanitário, um copo americano o restante do entorpecente (maconha) e uma balança de precisão utilizada para a pesagem para a venda da droga.
Diante da situação o suspeito de 20 anos, bem como, os materiais apreendidos foi encaminhado ao CISC para as devidas providências.
Um rapaz, de 21 anos e uma criança de apenas 10 anos sofreram uma tentativa de homicídio, na noite de ontem, quinta-feira (23), em Carlinda.
A dupla foi baleada e a menor teve ferimentos no rosto e o jovem foi atingido no braço. Os militares precisaram ficar no hospital para garantir a permanência da integridade física das vítimas.
Conforme o registro de ocorrência, a Polícia Militar foi acionada pela equipe plantonista do hospital de Carlinda, relatando que duas pessoas haviam dado entrada na unidade de Saúde com ferimentos oriundos de arma de fogo. A criança foi atingida no rosto e o rapaz no braço.
Os militares foram até o local e conversaram com as vítimas para saber o que tinha acontecido. As vítimas não queriam registrar boletim de ocorrência sobre o crime, pois temiam por suas vidas. Por isso, narraram apenas que foram baleadas por pessoas trajando roupas escuras e que fugiram após a tentativa de homicídio.
Uma equipe da PM permaneceu no hospital garantindo a integridade física das vítimas.
Os agentes também acompanharam a transferência da dupla até o Hospital Regional de Alta Floresta, onde as vítimas permanecem internadas. O estado de saúde atual dos dois não foi divulgado.
O Conselho Tutelar foi acionado para acompanhar o caso, que será investigado pela Polícia Civil.
A Câmara de Cáceres promove a primeira audiência pública para discutir com a população o Projeto de Lei 079/23, que institui o Plano Diretor Participativo de Desenvolvimento Sustentável de Cáceres. A audiência será na próxima segunda-feira (27/11), a partir das 19h, na casa de leis, que fica na rua Coronel José Dúlce, Centro Histórico de Cáceres.
O Plano Diretor também estabelece diretrizes e normas para o ordenamento físico-territorial e urbano, o uso, a ocupação e o parcelamento do solo. A medida é de autoria do Poder Executivo e tramita na Câmara desde setembro deste ano.
Como a ideia do Plano Diretor é ser participativo, os vereadores e vereadoras querem a opinião da sociedade civil a respeito de uma matéria que interfere diretamente no funcionamento da cidade.
Conforme as vereadoras e vereadores, o Plano Diretor é o instrumento básico para uma política que concilie o desenvolvimento econômico com o sustentável, levando em conta a melhora da qualidade de vida da população, especialmente aos mais pobres.
Destacam as políticas de zoneamento, de uso e ocupação do solo, as definições de perímetro urbano e dos bairros, todas essas questões passam pela regulamentação do Plano Diretor.
"Por isso, é de extrema importância que a população dê sua contribuição para o aprimoramento do Plano Diretor que foi encaminhado pela prefeitura", destaca o presidente da casa de leis, vereador Luiz Landim.
No momento, o documento tramita na Comissão de Constituição, Justiça, Trabalho e Redação da Câmara. A partir das audiências, a matéria pode sofrer alterações com a inclusão de emendas, que podem ser resultados da contribuição direta do parlamento, em conjunto com sociedade civil sobre a questão.
Confira o projeto de lei do Plano Diretor na íntegra:
No começo da manhã desta sexta feira, (24), por volta das 06Hs, a Polícia Civil de Cáceres através da Delegacia Regional através do NIOP (Núcleo Integrado de Operações) e Delegacia Especializada do menor, deram cumprimento a um mandado de prisão preventiva em desfavor de Lucas Alves de Almeida, de 28 anos, após as equipes tomar conhecimento que o mesmo se encontrava em um sítio no assentamento Laranjeiras, na zona rural de Cáceres.
Devido o local ser de difícil acesso as equipes andaram pela mata até chegar próximo a residência onde Lucas estava, sendo que, no momento que o mesmo percebeu a presença policial saiu em desabalada carreira, sentido a mata.
Na residência foi encontrado a sua esposa, e no momento em que os policiais realizavam buscas no quintal foi avistado uma motocicleta e em seu guidão foram localizadas seis trouxinhas de substância análoga à maconha, e ao olhar pela janela foi observado que havia uma espingarda em cima da estante, com isso, os policiais pediram autorização para realizar buscas no interior do imóvel, que de pronto foi autorizado onde a mesma acompanhou os trabalhos, verificando que a espingarda se tratava de uma Cal 28 com três munições intactas.
Dando continuidade as buscas foram encontradas dentro de uma vasilha de arroz uma toca ninja de cor preta e uma pistola de marca Taurus de cor preta, Cal 7,65 e oito munições de Cal 32 intactas, que estavam enroladas em uma meia.
Algum tempo depois, Lucas percebeu que haviam encontrado drogas e armas dentro de sua residência o mesmo se entregou, onde recebeu voz de prisão e seu mandado cumprido.
O POR QUE
A Terceira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça (TJMT) revogou uma decisão que concedia a liberdade a Lucas Alves de Almeida, um dos suspeitos de participação na execução da vigia Adiley Gomes de Campos, morta aos 54 anos em 2017 no Distrito Nova Cáceres (Sadia), na zona rural de Cáceres.
Apesar da violência do assassinato, com a vítima sofrendo um tiro na cabeça, a morte foi registrada como “natural”.
Os magistrados da Terceira Câmara seguiram por unanimidade o voto do desembargador Rondon Bassil Dower Filho, relator de um recurso do Ministério Público do Estado (MPMT) contra uma decisão que tinha concedido à liberdade a Lucas Alves de Almeida. O acórdão (decisão que mandou prender novamente o suspeito) foi publicado na última sexta-feira (27).
O desembargador Rondon Bassil Dower Filho discordou da concessão da liberdade ao suspeito, dizendo que o crime foi premeditado, e que a vítima estava repousando em sua cama, a noite, na hora da execução. O suposto mandante do homicídio, identificado como Marcos Jerônimo Lino, teria prometido aos executores, além de Lucas, Wesley Almeida da Silva e Maurício Moura Alves de Almeida -, uma arma de fogo pelo “trabalho”.
“[Foram] até a residência da vítima (mulher de meia idade), estando ela desprevenida (deitada em sua cama durante seu repouso noturno) e deram cabo da vida dela mediante disparos de arma de fogo. Há dos autos, ainda, evidências de que a motivação para a execução do crime, foi a promessa de recompensa com entrega de uma arma de fogo, o que demonstra certa frieza e indiferença, com a supressão de uma vida humana, na prática do suposto delito”, analisou o desembargador.
De acordo com informações do processo, Adiley Gomes de Campos era vigia de uma escola no Distrito Nova Cáceres, (Sadia), na zona rural de Cáceres quando foi assassinada enquanto repousava em sua cama. Mesmo tendo levado um tiro na cabeça, a morte da vítima foi registrada como “natural”. As investigações só avançaram depois que o corpo de Adiley foi exumado.
Uma decisão anterior, proferida em 2020 na primeira instância do Poder Judiciário, indagou se o caso não merecia uma “maior atenção”, das autoridades em razão da mulher que levou um tiro na cabeça ter sido enterrada como se tivesse sofrido uma morte natural.
“Ou a questão merece maior atenção das autoridades competentes para o fim de investigar concretamente como a morte de uma mulher com um tiro na cabeça pode ter como causa da morte registrada como “... morte súbita de causa desconhecida ...”, pois o laudo de exumação do cadáver atesta que o óbito deu-se por traumatismo crânio encefálico, por ação perfuro-contundente, tendo a vitima sido atingida ao menos por um disparo de arma de fogo na cabeça”, indaga a decisão.
Os autos revelam, ainda, que a única testemunha da execução (não identificada) estaria sendo ameaçada pelos suspeitos.
A professora Gleyce Vieira da Silva, de 41 anos, e o padrasto Sandino José de Oliveira, de 72 anos, morreram na noite de ontem, quinta-feira (23), em uma batida na BR-070, entre o carro que eles estavam e um caminhão.
Segundo a Polícia Rodoviária Federal, o acidente teria acontecido depois que o veículo em que as duas vítimas seguiam, um Fiat Strada, colidiu contra uma capivara que cruzava a pista.
A condutora perdeu o controle da direção e o carro desgovernado acabou atingindo o veículo de carga. A Polícia Rodoviária Federal chegou a acionar o Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), mas apenas foram constatados os óbitos das vítimas.
Gleyce trabalhava na rede municipal de educação de Campo Verde. Nas redes sociais, a prefeitura lamentou a morte da servidora.
"Neste momento de dor e tristeza, a Administração Municipal de Campo Verde se une aos familiares e amigos no lamento pelas perdas irreparáveis de Gleyve Vieira da Silva e de seu padrasto, Sandino José de Oliveira", diz trecho da postagem.
Um bebê de 8 meses foi encontrado morto em uma mochila escondida no guarda-roupa, na madrugada desta sexta-feira (24), no bairro Vila Nova Coxipó, em Cuiabá. A mãe é uma jovem de 14 anos e está internada em um hospital da cidade. Ele teria interrompido a gravidez de forma clandestina, o que causou complicações e a levou à internação.
Segundo informações apuradas pelo , a adolescente foi internada na quarta-feira (22). Ao ser questionada pela equipe médica sobre o que teria acontecido, ela informou que fez um aborto e o bebê estava escondido em uma mochila em um guarda-roupa em sua casa.
Na casa indicada, os policias encontraram a irmã da paciente. Ela relatou que dois dias atrás a irmã se trancou no quarto sozinha. Que, após insistência da mãe, ela saiu e contou que, por volta das 20h, fez um aborto embolou a criança em uma toalha e escondeu debaixo da cama.
O corpo do menino de 8 meses foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para exame de necropsia e não há informações sobre o estado de saúde da menor, nem identificação do pai até o momento.