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Out 05

DONO DE IMPÉRIO DE MOTOS DE R$ 1,6 BILHÃO EM MATO GROSSO AGORA VAI ABRIR O 1º FREE SHOP DO PANTANAL

Por ripanosmalandros em 05/10/2026 as 18:00
Publicado em: Notícias
Foto por: Reprodução

Na década de 1970, Francis Maris Cruz tinha uma espécie de escritório improvisado na Praça da Sé, no centro de São Paulo.

Quando vinha à capital atrás de fornecedores para a pequena loja de autopeças que havia aberto em Mato Grosso, ficava na casa de uma tia, comprava um punhado de fichas de orelhão e começava a telefonar para fábricas.

Descobria o endereço, perguntava qual ônibus deveria pegar e seguia pessoalmente para tentar abrir portas. Naquele momento, não tinha experiência, crédito, capital nem fornecedores.

Mais de 50 anos depois, aquela Auto Peças Cometa deu origem ao Grupo Cometa, companhia que fatura 1,6 bilhão de reais e que construiu boa parte de seus negócios longe das capitais.

Hoje, são operações de motos Honda, automóveis Hyundai e Volkswagen, agronegócio e outros negócios espalhados por Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Amazonas e Pará. O grupo tem 1.400 funcionários e alcança 356 municípios.

Agora, Francis está colocando o grupo em um negócio distante das concessionárias, principalmente de motos (ele vende 3.500 por mês) que sustentaram sua expansão.

Em 19 de outubro, a companhia inaugurá em Cáceres, no coração do Pantanal e na fronteira de Mato Grosso com a Bolívia, o Pantanal Free Shop, uma loja franca terrestre de 590 metros quadrados. O investimento já supera 10 milhões de reais.

Segundo o grupo, será o primeiro free shop do estado.

“O objetivo do free shop é trazer o turismo para Cáceres. Queremos trazer o turista para fazer a compra e aproveitar para conhecer o Pantanal, fazer um passeio de barco, pescar, tirar fotografias. É unir e criar uma sinergia com o turismo”, diz Francis.

A diversificação não deve parar aí. O planejamento do Grupo Cometa inclui uma nova concessionária Hyundai em Cacoal, em Rondônia, outra operação em Cáceres e mais lojas de seminovos.

Também estão nos planos novas unidades da Box 73, voltada a oficinas e peças para motos, e a expansão do braço de pecuária, com a genética Nelore Cometa.

Da venda de pastel às primeiras motos

A trajetória empresarial de Francis começou antes da Cometa.

Em 1961, sua família se mudou para Vicentina, em Mato Grosso do Sul. O pai trabalhava como motorista de caminhão e de ônibus. Quando o dono do veículo em que trabalhava decidiu vendê-lo, ficou desempregado.

A renda passou a vir de pequenos negócios. A mãe fazia coxinhas e pastéis para vender. A família chegou a comprar um bar em uma época em que, segundo Francis, não havia água encanada nem energia elétrica regular no local. A geladeira funcionava a querosene.

Depois veio a mudança para Mirassol D'Oeste, em Mato Grosso. Em 1973, Francis abriu a Auto Peças Cometa. Foi daí que surgiu o nome mantido pelo grupo até hoje.

“No início foi muito difícil. Eu não tinha experiência, não tinha crédito, não tinha capital, não tinha fornecedores”, diz.

A virada para as motos começou na década seguinte. A primeira concessionária Honda foi aberta em Vilhena, em Rondônia, em meados dos anos 1980. Em seguida vieram Cáceres, Ji-Paraná e novas cidades.

A estratégia que se formou ao longo dos anos tem uma característica: ir para onde as grandes redes nem sempre chegam.

Hoje, o grupo possui concessionárias e pontos de atendimento em cidades pequenas do interior e também em regiões de acesso mais complexo. Francis cita São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas, município próximo ao Pico da Neblina ao qual não há ligação rodoviária com o restante do estado. “Você só vai de avião ou de barco”, diz.

A rede criou formatos menores para atender municípios que não comportariam uma concessionária completa. Em algumas cidades, mantém pontos de venda e envia mecânicos periodicamente. A estrutura administrativa, por outro lado, foi centralizada em Cáceres.

Segundo Francis, processos como contabilidade, cadastro, pedidos e pagamentos são acompanhados da sede. O grupo afirma utilizar 78 robôs de software para tarefas administrativas.

Essa capilaridade ajuda a explicar o peso das motos dentro da operação.

De acordo com números fornecidos pela empresa, são 40.440 motocicletas Honda comercializadas por ano, além de 10.000 consórcios contemplados. O grupo também vende 2.640 carros Hyundai e Volkswagen e realiza cerca de 135.000 atendimentos anuais em suas oficinas.

Por que um grupo de concessionárias decidiu abrir um free shop

O Pantanal Free Shop nasceu de uma combinação de geografia e legislação.

Lojas francas terrestres, os chamados free shops, operam sob um regime tributário específico e precisam cumprir as regras federais destinadas a municípios de fronteira enquadrados para esse tipo de operação.

Francis afirma que a discussão entrou em seu radar quando era prefeito de Cáceres. Ele comandou o município entre 2013 e 2020.

Segundo o empresário, durante sua passagem pela prefeitura houve uma mobilização, com participação da Universidade do Estado de Mato Grosso, para demonstrar os vínculos econômicos, culturais e sociais da região de Cáceres com a Bolívia e viabilizar o enquadramento necessário para receber uma loja franca terrestre.

Anos depois, já fora da prefeitura, foi o próprio Grupo Cometa que decidiu entrar no negócio.

A ideia também parte de uma característica da cidade. Cáceres fica às margens do rio Paraguai e funciona como uma das portas de entrada para o Pantanal mato-grossense. Pesca, passeios de barco e observação de animais já levam visitantes à região.

O plano de Francis é acrescentar a esse fluxo o turismo de compras.

A empresa mira não apenas os cerca de 320.000 moradores de Cáceres e cidades próximas citados pelo fundador. Cuiabá fica a aproximadamente 200 quilômetros. A BR-364 também coloca a cidade na rota de viajantes de outros estados.

Dentro da loja haverá 12 linhas de produtos. A lista inclui perfumes, cosméticos, bebidas, roupas, calçados, eletrônicos, alimentos, relógios, óculos, suplementos e itens para pesca.

Essa última categoria foi escolhida justamente pela localização.

“Vamos ter uma demanda muito grande para material de pesca porque estamos aqui no Pantanal”, diz Francis.

Quais são os desafios

Entrar no varejo de produtos importados também coloca o Grupo Cometa diante de uma operação diferente daquela que conhece nas concessionárias.

Uma moto ou um automóvel chegam por cadeias logísticas estruturadas pelas próprias montadoras. No free shop, o grupo precisou aprender desde a negociação internacional até o calendário de compras.

Antes mesmo de inaugurar, Francis diz que alguns fornecedores já exigiam pedidos com meses de antecedência.

“É totalmente diferente do setor de motocicleta e de carro. É novidade para nós”, diz.

Há ainda uma barreira geográfica: Cáceres está a mais de 3.000 quilômetros de alguns dos principais portos usados para trazer mercadorias do projeto.

Para reduzir o impacto do frete sobre o preço dos produtos, a operação pretende consolidar cargas, reunir pedidos e avaliar o modal mais adequado em cada compra.

O empreendimento começa com mais de 40 empregos diretos, distribuídos entre vendas, caixas, estoque, administração, segurança, limpeza e gestão.

A aposta da empresa é que o efeito não fique restrito à loja. A expectativa é gerar demanda também para hotéis, restaurantes, transporte e outros serviços de Cáceres.

Uma biblioteca no meio das concessionárias

Há outra peculiaridade na expansão do Grupo Cometa que Francis faz questão de mencionar: livro também entra na conta da remuneração dos funcionários.

Há cerca de 20 anos, a companhia mantém o Cometa Leitura. O projeto reúne mais de 11.000 livros em acervos físicos e digitais. As concessionárias possuem bibliotecas e a empresa investe cerca de 65.000 reais por ano no programa.

A leitura está ligada à participação nos resultados.

Segundo Francis, o funcionário precisa ler ao menos um livro por mês, com mínimo de 200 páginas, e entregar um resumo ao RH. Ao final de um ano, são pelo menos 2.400 páginas.

O cumprimento da regra, junto das metas da companhia e de desempenho, é um dos critérios para participar da PLR, a participação nos lucros e resultados.

“Todos os nossos funcionários têm que ler um livro por mês e entregar um resumo ao RH. O funcionário que lê participa da PLR, ganhando décimo quarto ou décimo quinto salário, dependendo do resultado da empresa”, diz.

Até a chegada da inteligência artificial obrigou o programa a mudar. Francis afirma que a companhia passou a usar um software para tentar identificar resumos produzidos com ferramentas como o ChatGPT.

A política de formação também aparece na escolha dos gestores. O CEO, Cristinei Rodrigues Melo, entrou na empresa ainda adolescente e acumula 35 anos no grupo. Segundo Francis, começou em uma função semelhante à de office boy, profissional responsável por tarefas administrativas de apoio.

Outros diretores começaram como vendedor de consórcio ou em funções de entrada na companhia.

“Quando tem uma vaga de gerente, primeiro eu procuro internamente. Quando não encontramos essa pessoa preparada, aí vamos para o mercado”, diz.

Mais concessionárias, oficinas e gado

Embora o free shop represente uma mudança relevante de setor, o plano do Grupo Cometa continua concentrado também nos negócios que construíram sua escala.

Uma concessionária Hyundai está sendo preparada em Cacoal. Cáceres também deve receber uma unidade da marca. No negócio de veículos seminovos, operado pela marca Amado Car, Francis fala em cinco novas lojas previstas para 2027, com cidades como Rio Verde, Primavera do Leste e Barra do Garças no radar.

Há ainda planos para ampliar a Box 73, negócio de oficinas e peças de motocicletas fora da rede tradicional de concessionárias.

No campo, a aposta é no Nelore Cometa. O grupo trabalha com seleção genética e comercialização de animais e material genético.

Francis reconhece que juros altos, mudanças tributárias e incertezas econômicas pesam nas decisões de investimento. Mas, aos 50 anos de grupo, não sinaliza uma desaceleração. “Apesar das dúvidas, apesar dos problemas, estamos acreditando, estamos trabalhando e pretendemos crescer”, diz.

É uma frase que conecta o atual grupo bilionário ao empresário que, cinco décadas atrás, precisava descobrir em um orelhão da Praça da Sé qual ônibus tomar para chegar ao próximo fornecedor.

Por portal.sacre


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Out 05

CLIENTE DISCUTE EM BAR E VOLTA PARA M474R SEGURANÇA 3SF4QUE4DO EM MT

Por ripanosmalandros em 05/10/2026 as 17:00
Publicado em: Notícias
Ocorrência policial — Foto por: Reprodução

Luiz Fernando Rubio Neves, de 22 anos, morreu após ser esfaqueado durante uma discussão em um bar, na madrugada desta segunda-feira (5), em Ribeirão Cascalheira. A vítima trabalhava como segurança.

Segundo a Polícia Civil, Luiz estava trabalhando como segurança do estabelecimento quando teria se desentendido com um homem. Após deixar o local, o suspeito teria retornado armado com uma faca e desferido diversos golpes contra o jovem.

Luiz foi socorrido e encaminhado ao Hospital Municipal Cristo Rei, onde recebeu atendimento médico em estado grave. Posteriormente, ele foi regulado para transferência ao Hospital Regional de Água Boa, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

Após o ataque, o suspeito foi localizado nas proximidades do estabelecimento e contido por terceiros. Em seguida, ele foi preso e encaminhado à Delegacia de Polícia Civil.

Conforme a Polícia Civil, o homem foi ouvido pelo delegado plantonista e autuado em flagrante pelo crime de homicídio qualificado. O caso será investigado para esclarecer a dinâmica do crime e a motivação da discussão que antecedeu o ataque.

Por Folhamax


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Out 05

TRETA FAMILIAR VIRA RINGUE - MACHADO ENTRA EM CENA E CONFUSÃO TERMINA COM TODO MUNDO ESCORIADO EM CÁCERES

Por ripanosmalandros em 05/10/2026 as 12:32
Publicado em: Notícias
Ocorrência policial — Foto por: Ripanosmalandros

Na noite de ontem, (4), domingo, por volta das 22h30, a Polícia Militar foi acionada via CIOSP para atender uma ocorrência de briga generalizada em uma residência localizada em frente a uma chácara, no final da Rua Joaquim Murtinho, no bairro Cavalhada.

Após a solicitação, a equipe da Rádio Patrulha se deslocou até o endereço e constatou a veracidade dos fatos. Em conversa com uma senhora de 51 anos, os policiais foram informados de que todos os envolvidos estavam consumindo bebidas alcoólicas quando, em determinado momento, dois homens, de 27 e 45 anos, iniciaram uma discussão que rapidamente evoluiu para agressões físicas.

Ainda segundo o relato, no decorrer do conflito, outros envolvidos também passaram a se agredir mutuamente, transformando o local em um verdadeiro “ringue improvisado”.

Durante o tumulto, o suspeito de 45 anos teria se apoderado de um machado e utilizado o objeto para agredir sua filha, de 31 anos, que ficou com diversas escoriações pelo corpo.

A solicitante relatou ainda que sua outra filha, de 22 anos, teria quebrado vários utensílios domésticos durante a confusão e também sofreu diversas escoriações pelo corpo em meio ao tumulto.

Diante da situação, todos os envolvidos, que apresentavam lesões e escoriações, foram conduzidos e encaminhados à Delegacia de Polícia, onde foram tomadas as providências cabíveis ao caso.

A ocorrência deverá ser investigada para esclarecer a participação de cada envolvido na confusão.


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Out 05

HOMEM SE ARMA COM FACÃO E AMEAÇA COMPANHEIRA DURANTE DISCUSSÃO POR CORRIDA DE APLICATIVO EM CÁCERES

Por ripanosmalandros em 05/10/2026 as 10:00
Publicado em: Notícias
Ocorrência policial — Foto por: Ripanosmalandros

Na noite de ontem, (4), domingo, por volta das 20h, a Polícia Militar foi acionada via Ciosp para averiguar uma possível situação de violência doméstica no bairro Jardim Marajoara.

Após a solicitação e de posse do endereço, uma equipe da Rádio Patrulha seguiu até o local e constatou a veracidade dos fatos. Em conversa com a vítima, uma jovem de 25 anos, ela relatou que estava com seu convivente quando, no momento em que realizavam o pagamento de uma corrida por aplicativo, iniciou-se uma discussão.

Conforme o relato da vítima, o suspeito ficou bastante nervoso, apoderou-se de um facão e passou a ameaçá-la.

Diante da situação de risco, a mulher acionou a Polícia Militar. No entanto, quando a equipe chegou ao endereço, o suspeito já havia deixado o local, tomando rumo ignorado.

Questionada pelos policiais, a vítima manifestou o desejo de não se deslocar até a Delegacia de Polícia naquele momento. Ela também se recusou a fornecer os dados do suspeito, alegando que precisava permanecer na residência para cuidar da filha do casal.

Diante dos fatos, o caso foi registrado em boletim de ocorrência e encaminhado para as providências cabíveis.


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Out 05

SEQUESTRO, CATIVEIRO E AMEAÇA DE EXECUÇÃO - HOMEM É ARRASTADO PARA CATIVEIRO E DIZ QUE CRIMINOSOS CONSULTAVAM FACÇÃO SOBRE SEU DESTINO EM CÁCERES

Por ripanosmalandros em 05/10/2026 as 09:32
Publicado em: Notícias
Ocorrência policial — Foto por: Reprodução

Uma noite de terror e tensão terminou com um homem de 44 anos conseguindo escapar de um suposto cativeiro e pedir ajuda, após relatar à Polícia Militar que teria sido sequestrado por três indivíduos e levado para uma residência onde permaneceu sob ameaça de execução.

O caso aconteceu na noite de ontem, domingo (4), por volta das 21h30, quando a Polícia Militar foi acionada via CIOSP para atender uma ocorrência envolvendo suposto sequestro e cárcere privado, no bairro Vila Real.

Após receber as informações e o endereço indicado na solicitação, uma equipe da Rádio Patrulha foi até o local e encontrou a vítima, um homem de 44 anos, morador do bairro Vila Irene.

Aos policiais, ele relatou que, por volta das 19h45, teria sido abordado e sequestrado por três indivíduos. Segundo a vítima, os suspeitos seriam um homem branco, magro e alto; um indivíduo moreno e de baixa estatura; e um terceiro com aparência descrita como indígena.

Ainda conforme o relato, o sequestro teria ocorrido na Rua das Andorinhas, nas proximidades do Mercado Toledo, no bairro Cidade Alta. A vítima contou que teve os olhos vendados, foi colocada dentro de um veículo e levada até uma residência localizada no Residencial Walter Fidelis.

O homem afirmou que conseguiu escapar do suposto cativeiro e, após a fuga, procurou ajuda.

Mas o relato ficou ainda mais grave. Segundo a vítima, durante o período em que esteve em poder dos suspeitos, os criminosos realizavam chamadas de vídeo com supostos integrantes de uma facção criminosa.

Conforme o relato, essas pessoas teriam feito ameaças contra a vítima e determinado que ela fosse mantida presa por algum tempo, enquanto supostamente decidiriam se deveria ser executada.

Diante da gravidade das informações, os policiais realizaram diligências juntamente com a vítima na tentativa de localizar o imóvel que teria sido utilizado como cativeiro. No entanto, devido às circunstâncias e ao estado emocional, a vítima não conseguiu indicar com precisão qual seria a residência.

Diante dos fatos, um boletim de ocorrência foi registrado e o caso deverá ser investigado pelas autoridades competentes, que agora buscam identificar os envolvidos e esclarecer as circunstâncias do suposto sequestro, além de localizar o possível cativeiro.


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Out 05

CARRETA BOIADEIRA ARREBENTA FIOS DE INTERNET E TELEFONIA E PROVOCA TRANSTORNOS EM AVENIDA DE CÁCERES

Por ripanosmalandros em 05/10/2026 as 09:00
Publicado em: Notícias
Ocorrência policial — Foto por: Reprodução/IA

Na tarde de ontem, (4), domingo, por volta das 16h30, a Polícia Militar foi acionada via Ciosp após receber informações de que algumas carretas teriam passado pela Avenida Getúlio Vargas, esquina com a Rua da Luz, e acabado arrebentando fios de telefonia e internet.

Após a solicitação, a equipe se deslocou até o local, onde constatou a veracidade dos fatos.

No endereço, os militares avistaram uma carreta boiadeira envolvida na situação. Em conversa com o condutor, ele relatou que trabalha para uma empresa de transporte e explicou que o GPS havia indicado aquela rota. O motorista declarou ainda que o veículo possui altura regulamentar de 4,70 metros.

Como os fios que haviam caído estavam atrapalhando o tráfego na via, a equipe entrou em contato com a empresa Seeg Fibra. Um funcionário informou que já tinha conhecimento do ocorrido e que uma equipe estaria a caminho para prestar apoio na retirada da fiação.

Contudo, o funcionário ressaltou que as instalações danificadas não pertenciam à Seeg Fibra e que as empresas Dunet, Claro e Oi já haviam sido acionadas para tomar conhecimento da situação e adotar as possíveis providências.

Os militares também entraram em contato com um representante da empresa Dunet, que informou que uma equipe seria encaminhada ao local e, caso fosse constatado que as instalações danificadas eram de sua responsabilidade, seriam tomadas as medidas cabíveis.

Diante da situação, foi registrado um boletim de ocorrência para as devidas providências.


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Out 05

IDENTIFICADAS VÍTIMAS DE ATAQUE QUE DEIXOU TRÊS MORTOS EM PONTES E LACERDA

Por ripanosmalandros em 05/10/2026 as 08:55
Publicado em: Notícias
Ocorrência policial — Foto por: Reprodução

Bruno Cordeiro de Souza, de 31 anos, e Miller Diony Lopes Pinto, de 34, e outro não identificado,  foram mortos a tiros na noite do último sábado (3), dentro de uma residência no bairro Altos da Glória, em Pontes e Lacerda. 

O crime ocorreu por volta das 19h40. Segundo o boletim de ocorrência, criminosos chegaram ao imóvel em uma motocicleta Honda Titan vermelha. Eles  invadiram a residência e efetuaram diversos disparos contra as vítimas. 

Após o ataque, os suspeitos fugiram em alta velocidade. Quando a Polícia Militar chegou ao endereço, encontrou as vítimas feridas e ensanguentadas.

Bruno Cordeiro de Souza morreu ainda no local. As outras três vítimas foram socorridas e encaminhadas ao Hospital Municipal. Miller Diony Lopes Pinto não resistiu aos ferimentos e morreu após dar entrada na unidade de saúde.

O estado de saúde do sobrevivendo não foi divulgado té a publicação desta notícia.

A Polícia Militar realizou buscas na região, mas nenhum suspeito foi preso até o momento. A Polícia Civil investiga o caso.

Por TVCentro Oeste


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