Na manhã desta quarta-feira, (27/08), por volta das 10Hs, investigadores da Polícia Especializada do Menor receberam uma informação que um indivíduo havia pulado o muro de uma vila, localizada ao lado da unidade policial.
Após a informação a equipe policial imediatamente foi ao local e constatou a veracidade dos fatos, onde o gatuno foi avistado pulando o muro de volta carregando um vaso de planta (rosa do deserto) na cacunda, em seguida, o suspeito de 57 anos foi enquadrado e detido.
Diante da situação o suspeito foi encaminhado ao CISC para as devidas providências.
Na noite de ontem, (26/08), terça-feira, por volta das 22:45Hs, a Polícia Militar foi acionada via CIOSP para atender uma ocorrência de agressão em uma residência localizada na lendária Rua do Lavapés.
Após a solicitação a rádio patrulha foi ao local do fato e lá, em conversa com a vítima, uma senhora de 45 anos, a mesma passou a relatar que há pouco tempo arás estava deitada na rede quando de repente o seu ex-marido, de 39 anos, chegou arrombando a porta da frente e, verificar o que estava acontecendo já avistou o mesmo armado com um facão (podão), no interior da casa, inclusive, muito exaltado e começou a lhe xingar com palavras de baixo calão.
Segundo ainda a vítima, em seguida o suspeito começou a lhe agredir com ‘pranchadas’ do facão, vindo a causar lesões em suas costas.
Diante da situação o suspeito que ainda se encontrava no local foi detido e encaminhado ao CISC para as devidas providências.
Com três mortes Cáceres divide com Cuiabá, o ranking estadual de feminicídios. O último caso – nos oito primeiros meses de 2025-, foi o de Cristiane Campos Silva, 36 anos, ocorrido noite de segunda-feira (25). Com exceção da Capital, nesse quesito de violência, o município supera, as maiores cidades do interior do Estado como Várzea Grande e Rondonópolis, cada uma com dois casos.
De acordo com dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, nos seis primeiros meses de 2025, 28 mulheres foram assassinadas em casos de feminicídio em Mato Grosso. Um aumento de 31,57% em relação ao mesmo período do ano passado que registrou 19 casos. No total, em 2024 foram registrados no Estado 47 assassinatos de mulheres.
Rosemar Cebalho Baroncielo Bispo, foi morta com 46 facadas pelo ex-marido Aloísio Teodoro Bispo
Feminicídio é o assassinato de uma mulher cometido devido ao fato de ela ser mulher ou em decorrência da violência doméstica. Foi inserido no Código Penal como uma qualificação do crime de homicídio em 2015 e é considerado crime hediondo.
Além de Cristiane Campos, morta a tiros no interior de sua residência no bairro da Cavalhada, por um grupo formado por quatro criminosos que arrombaram a porta dos fundos e invadiram a casa, outra morte na estatística é o da idosa Ana Maria dos Santos, 63 anos. O fato ocorreu no dia 02 de março. Ela foi assassinada a facadas pelo marido Saturnino Tomicha, 62 anos.
Além de três casos de feminicídio consumado, a Polícia Militar registrou, nesse perído, pelo menos, um feminicídio tentado em Cáceres. Andressa Rodrigues de Oliveira (25) foi alvejada com tiros de revolver disparados pelo marido. A tentativa de assassinato ocorreu no dia 18 de maio, no interior de sua residência na chácara Nossa Senhora Aparecida.
Justiça é citada por aumento de criminalidade
Alguns policiais e até um advogado creditam o aumento desse tipo de crimes, a flexibilização da lei. Em muitos casos, eles reclamam que ‘a polícia prende e a justiça solta”. “Muitos desses criminosos são conhecidos. Alguns já foram presos mais de uma vez. O que ocorre é que, são presos em um dia e no dia seguinte estão soltos, praticando os mesmos crimes” relada um PM.
Outro fator apontado é a demora excessiva da justiça para julgar e punir os criminosos. “A demora na apuração e no julgamento dos processos criminais envolvendo violência doméstica é um dos motivos pelos quais os casos de feminicídio não diminuem, só aumentam. Infelizmente o agressor sabe da morosidade da justiça e por conta disso essas pessoas continuam ameaçando e matando suas esposas”.
A afirmação é do advogado Emerson Pinheiro Leite, assessor jurídico da Câmara de Cáceres, filho de uma senhora que teria sido vítima de feminicídio, pelo esposo, no ano de 2020 e até agora, depois de 5 anos, o autor ainda não foi julgado e tampouco condenado. Diante da demora, ele chegou a escrever uma carta e enviar à justiça afirmando que “acredita na justiça divina para punir o responsável”.
Rafael Henrique Gonçalves Poloni foi condenado a 16 anos de reclusão pela morte do próprio primo Felipe Gonçalves da Silva, morto com um tiro na cabeça na rua Principal, próximo a Escola Antônio Lino de Campos, no Carrapicho, em Várzea Grande, na noite de 1º de dezembro de 2017. Ele não poderá recorrer em liberdade.
Conforme a sentença do tribunal do júri, foi reconhecida por maioria a autoria do crime praticado por Rafael Poloni, por motivo torpe, com recurso que dificultou a defesa da vítima e, além disso, a situação de porte irregular de arma de fogo.
Segundo os autos, “o réu teria agido por vingança em razão da vítima ter supostamente tentado seduzir a sua companheira e, mediante conversa enganosa estabelecida através de perfil falso nas redes sociais, atraiu a vítima para local previamente combinado, onde efetuou o disparo, provocando-lhe o ferimento causou sua morte”, diz trecho.
A denúncia foi recebida em 3 de junho de 2022.
A defesa do réu pediu sua absolvição em relação ao crime de porte ilegal de arma de fogo, bem como pela desclassificação do delito de homicídio qualificado para lesão corporal seguida de morte e requereu o afastamento das qualificadoras.
Nos memoriais finais, o Ministério Público postulou pela pronúncia de Rafael, inclusive com fixação de valor a título de reparação de danos materiais e morais aos familiares da vítima, que era arrimo de família e deixou órfão filho menor de idade.
A defesa requereu o indeferimento do pedido de indenização à família da vítima.
Nesta terça-feira (26), Rafael foi julgado pelo tribunal do júri e o conselho de sentença decidiu por sua condenação.
Um homem de 30 anos, identificado como Francisco Thiago da Silva, foi morto a facadas na noite do último domingo (24), nas proximidades do Motel Malibu, no bairro Colinas Verdejantes, em Várzea Grande.
De acordo com a Polícia Militar, a vítima foi encontrada por volta das 21h45 e chegou a receber os primeiros socorros de equipes médicas, mas não resistiu aos ferimentos. Ele apresentava perfurações no abdômen e estava com órgãos expostos.
Populares que estavam no local não souberam informar detalhes sobre a autoria do crime. O corpo de Francisco foi recolhido e encaminhado para exame de necropsia no Instituto Médico Legal (IML).
O caso foi registrado e será investigado pela Polícia Civil.
Na manhã desta terça-feira, (26), por volta das 10:50Hs, a Polícia Militar durante patrulhamento pela cidade foi avistado dois indivíduos em um moto Honda Titan de cor vermelha com características semelhantes as de suspeitos apontados recentes por envolvimento em crimes de homicídios em Cáceres e que, ambos, apresentavam volumes na cintura, dando a entender que estavam em posse de armas de fogo.
Segundo a polícia, no momento que os suspeitos perceberam a presença da viatura fugiram em alta velocidade sentido a Rua Joaquim Murtinho, com isso, foi realizado o acompanhamento tático e, na Rua do Areal foi realizada a abordagem, sendo estes, com idades de 29 (morador da cidade de Rondonópolis) e 40 anos, (morador da cidade de Cuiabá).
Durante a revista pessoal foi encontrado um revólver calibre 38 municiado com seis munições intactas, na cintura do suspeito 29 anos, além de mais quatro munições do mesmo calibre no bolso, já com o suspeito de 40 anos, foi encontrado uma pistola calibre 380 com um carregador contendo onze munições intactas.
Segundo ainda a polícia, com o suspeito de 40 anos foi encontrado ainda um aparelho celular com o mapa da localização aberta indicando uma residência na Rua dos Espinhais, esquina com a Rua Marechal Floriano, ou seja, provavelmente os indivíduos estariam planejando executar algum desafeto no referido local.
Diante da situação os suspeitos, bem como, os materiais apreendidos, foram encaminhados ao CISC para as devidas providências.
Na manhã desta terça-feira, (26/08), por volta das 08Hs, a Polícia Judiciária Civil durante diligências pela cidade com objetivo de localizar os envolvidos no crime de homicídio contra a vítima Cristiane Campos Silva, de 36 anos, e, algum tempo depois as equipes conseguiram chegar até um menor de 13 anos, que confessou a participação no homicídio, bem como, ‘emprestava’ a residência para dar apoio aos colegas integrantes da facção, sendo eles com idades de; 13, 14, 16 e um maior de 22 anos.
Durante uma entrevista na Delegacia Especializada do Menor, o conduzido, de 13 anos, informou a participação de todos no homicídio da vítima Cristiane, e que, quem atirou foi o menor de 14 anos, usando uma pistola de cor preta, já o suspeito maior, estava com um revólver calibre 38 de cor prata atirou na vítima, porém, não acerto, e, os demais estavam segurando as outras vítimas (filhos da vítima) e realizando uma chamada de vídeo com um integrante da organização na cidade de Cuiabá.
Após essas informações as equipes da 1DP, bem como a DHPP (Divisão de Homicídios e Proteção á Pessoa), e deslocaram até a residência do outro menor de 13 anos, porém, o mesmo não foi encontrado, onde foi informada pela mãe que o mesmo estaria em um salão próximo a residência cortando o cabelo, onde o mesmo foi encontrado, em seguida, o mesmo informou a residência do outro comparsa, de 14 anos, lá, o mesmo foi encontrado, em seguida, as demais equipes, comandada pelo delegado Dr. Fábio Viana, se deslocaram até a residência do suspeito maior de idade, no Bairro Massa Barro, onde o mesmo foi encontrado, que, todos foram conduzidos ao CISC para as devidas providências.
Na unidade policial, em conversa com os menores de 13 anos, informaram que quem efetuou os disparos contra a vítima foi o menor de 14 anos usando a psitola, já o suspeito maior de idade usou um revólver calibre 38.
Durante a revista pessoal nos conduzidos foram encontradas no bolso de um dos menores de 14 anos duas munições calibre 380, então, perguntado sobre as munições informou ser o autor dos disparos, e que, a arma usada no crime estava em sua residência, dentro da mochila escola, em seu quarto, bem como, a roupa que usava no momento do crime, com isso, as equipes seguiram até a sua residência e lá, com a devida autorização dos pais, os policiais entraram e localizaram a arma de fogo, sendo uma pistola calibre 380 com carregador contendo oito munições intactas, além das roupas usadas por ele no momento da ação criminosa.
Segundo ainda a polícia, foi encontrada ainda outra blusa de manga longa de cor preta, que estava com outro menor, que também foi apreendida, além de dois aparelhos celulares que foram usados para realizar a chamada de vídeo com o suspeito que ordenou a execução da vítima.
Segundo os suspeitos, o revólver calibre 38 está com um indivíduo que não sabem dizer o nome, sendo este, morador do Bairro Jardim Guanabara.
Diante da situação os suspeitos, bem como, os materiais apreendidos, foram encaminhados à unidade policial para as devidas providências.