No começo da manhã desta quinta-feira, (10), por volta das 06:30Hs, a jovem de iniciais A.S. de 22 anos compareceu na delegacia de polícia queixando do ataque da gatunada acontecido no sereno da madrugada em sua padaria, localizada no Bairro Santa Cruz.
A comunicante, revoltada sem quantia, relatou aos investigadores de plantão na 1DP que, nesta manhã ao chegar para trabalhar se deparou com a janela dos fundos arrombada, ai pronto, já bateu o desespero porque sabe muito bem que o vagabundo não brinca em ‘serviço’, quando entrou viu o local todo revirado, uma bagunça medonha, de lá o sem vergonha carregou a quantia de R$ 200,00 (duzentos reais) que estava no caixa, um notebook de marca Dell e vários bolos.
Diante dessa vadiagem ela resolveu procurar a delegacia de polícia para comunicar o fato e pedir providências.
A DERF (Delegacia Especializada de Roubos e Furtos) investiga o caso.
No começo da noite de ontem, (9), quarta-feira, por volta das 18Hs o cidadão de iniciais L.S. de 34 anos, procurou a delegacia de polícia queixando de um furto acontecido no sereno da madrugada em sua conveniência localizada na badalada Avenida Tancredo Neves, no Bairro Cohab Nova.
O comunicante, aborrecido sem quantia, relatou aos investigadores de plantão na 1DP que na noite anterior trabalhou normalmente, e, ao terminar as atividades fechou o estabelecimento e foi embora, porém, no período da tarde seguinte, ao chegar ao local para começar o trabalho se assustou ao verificar que a porta da frente estava arrombada, pois é, algum vagabundo atacou a conveniência e fez um limpa.
Segundo ainda o comunicante, o ataque do ladrão foi registrado pelas câmeras de segurança do estabelecimento onde foi possível avistar o pilantra chegando ao local em uma bicicleta feminina, sendo este, magro, alto, usando camiseta roxa, calça jeans e capacete, com sua ferramenta de ‘trabalho’, (pé de cabra), estourando o cadeado da entrada principal, em seguida, caiu pra dentro, de lá, o vagabundo ‘bardêou’ vários produtos, além de, pacotes de cigarros, avaliados em R$ 1.000,00 (mil reais) e uma caixa de som de marca LG XBOOM, de cor preta.
Diante dessa patifaria ele resolveu procurar a delegacia de polícia para comunicar o fato e pedir providências.
A DERF (Delegacia Especializada de Roubos e Furtos), em posse das imagens, já está na batalha do gatuno.
Na noite de ontem, (9), quarta-feira, por volta das 21Hs, a Polícia Militar foi acionada via CIOSP para verificar uma situação de um corpo encontrado populares na Rua Arco Íris, no Bairro Olhos D'Água.
Após a solicitação a rádio patrulha foi ao local indicado e constatou a veracidade dos fatos, sendo que, em conversa com populares relataram que estavam passando pela referida via e avistaram dois chinelos na via, bem como, uma bicicleta no mato, então, retornaram e avistaram um corpo ao lado da bicicleta de cor branca, em seguida, acionaram a polícia.
Segundo a polícia, o local onde o corpo foi encontrado é escuro (sem iluminação pública) e, poucas residências.
A PM isolou o local, logo após, foi acionado a Polícia Civil e a Politec que realizaram os trabalhos de praxe.
O corpo localizado estava marcas de tiros na nuca, além de estar usando uma camisete de time, com número 19 e bermuda, porém, sem nenhuma documentação que pudesse identificá-lo.
Segundo ainda polícia, foi encontrada no local dois projéteis de pistola.
O caso segue sendo investigado.
IDENTIFICADO
Na manhã desta quinta-feira, (10), a Polícia Civil através da DHPP (Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa), conseguiu identificar o corpo do jovem encontrado morto a tiros no Bairro Olhos D'Água, como sendo do adolescente Luiz Miguel Aires da Silva, de 15 anos, conhecido como ‘Lagartixa’, morador do Residencial Walter Fidélis, no Bairro Vila Real.
Segundo a polícia, a partir de agora as investigações se concentram com objetivo de identificar o autor ou autores do crime, bem como, a motivação.
Um idoso de 61 anos e um jovem de 24 anos, que vivem uma relação amorosa, brigaram e entraram "nas vias de fato" no bairro Jardim Iguaçu, em Rondonópolis, fato este, acontecido na terça-feira (8). De acordo com a Polícia Militar, o idoso informou que está em um relacionamento homoafetivo e mora com o rapaz há cerca de cinco meses.
No entanto, a "lua de mel" durou pouco, pois, na terça-feira, durante um desentendimento entre eles, o rapaz o agrediu com socos na cabeça, além de quebrar vários utensílios da casa.
O idoso afirmou ainda que havia consumido bebida alcoólica e que seu parceiro havia usado maconha. Segundo o boletim, diante de uma situação de agressividade mútua, ambos foram levados á 1ª Delegacia de Polícia para as providências cabíveis.
Um homem foi preso na tarde de ontem, terça-feira (8), no bairro Vila Santa Maria, em Rondonópolis, acusado de furtar a bateria de um veículo. Ele foi flagrado no ato criminoso e detido por populares.
Segundo a Polícia Militar, o suspeito usava um alicate para cometer e foi amarrado com uma corda por testemunhas até a chegada da equipe do 5º BPM.
Durante a abordagem, os policiais encontraram com o suspeito uma mochila contendo dois pares de tênis novos, ainda com etiquetas.
A gerente de uma loja de calçados reconheceu os produtos como furtados e se comprometeu a registrar ocorrência e formalizar a devolução.
Diante da situação, o suspeito foi preso e encaminhado à delegacia para as providências cabíveis.
Uma vereadora do município de Vale de São Domingos (MT), foi detida na tarde de ontem, terça-feira (8) em Pontes e Lacerda, após ser flagrada furtando peças de roupa em uma loja, localizada na Avenida Bom Jesus, região central da cidade.
As imagens de segurança do estabelecimento registraram a ação, o que levou à identificação da suspeita.
De acordo com o boletim de ocorrência, a vereadora teria colocado as peças em sua bolsa e saído do local sem realizar o pagamento. A Polícia Militar foi acionada e conseguiu localizar a vereadora, que não ofereceu resistência e entregou parte das roupas levadas — um conjunto de academia verde. À polícia, ela afirmou ter se desfeito de uma das peças.
A funcionária da loja confirmou a veracidade das imagens e reconheceu a suspeita.
Os produtos furtados estão avaliados em aproximadamente R$ 600.
A Câmara Municipal de Cáceres foi palco de uma intensa discussão na noite desta quarta-feira (08.07) durante a audiência pública que debateu a Lei do Silêncio no município. O encontro reuniu artistas, empresários do setor de bares e eventos, moradores e representantes da Polícia Ambiental e da fiscalização municipal de obras e posturas.
A audiência, presidida pelo vereador Flávio Negação (MDB), autor do requerimento para a realização do debate, surgiu em resposta às reclamações de moradores da região central sobre o volume da música ao vivo nos bares da Praça Barão do Rio Branco, bem como às queixas de músicos e proprietários de estabelecimentos sobre a fiscalização da prefeitura, considerada por eles excessiva e, por vezes, desproporcional.
"A Câmara está de portas abertas para vocês. Podem contar com o apoio do Poder Legislativo na busca por uma solução para o bem comum de todos", garantiu o presidente da Casa, Flávio Negação (MDB).
Deliberações e Encaminhamentos
Após um debate propositivo, a principal deliberação da audiência foi o compromisso da fiscalização municipal de apresentar, até o dia 25 de julho, um relatório de mensuração dos decibéis produzidos pelos estabelecimentos da Praça Barão do Rio Branco. O objetivo é estabelecer uma média de decibéis adequada e razoável, servindo de base para a proposição de reajustes na legislação vigente.
A vereadora Elis Enfermeira (PL), relatora da Comissão de Indústria, Comércio, Agropecuária e Meio Ambiente (ICAMA), ressaltou que, tão logo receba o relatório, entrará em contato com todos os segmentos envolvidos para dar continuidade aos trabalhos da comissão.
Vozes em Debate
Marineide Weber, fiscal de obras e posturas do município, destacou a existência de um "racha de som" na Praça Barão do Rio Branco, gerando muitas reclamações de moradores. Ela ponderou que o objetivo não é impedir o trabalho de ninguém ou proibir a música ao vivo, mas sim garantir o cumprimento da legislação vigente, que estabelece o limite de 60 decibéis no período noturno. "Se todo mundo colaborar, vai dar certo", afirmou, alertando que a autorização para funcionamento dos estabelecimentos é precária e pode ser cassada em caso de extrapolação dos limites de decibéis.
Tania Longo, presidente da Associação de Pais e Amigos de Autistas de Cáceres (APAAC), compartilhou a problemática da queima de fogos e do som automotivo, que afetam a saúde de seu filho autista. "Ele fica muito estressado com o barulho e precisa tomar remédio controlado para acalmar-se e dormir", lamentou.
Silvio Simões, empresário e proprietário do bar Casarão, defendeu uma revisão da lei, com regras semelhantes às de Cuiabá, onde a denúncia não pode ser anônima. "Eu dependo de som e os músicos também. Prender meu som? Não sou bandido", desabafou, ressaltando a importância de se chegar a um consenso, considerando que a mistura de diferentes fontes sonoras (carros de som, barulho de motor e som do bar) pode facilmente ultrapassar os limites de decibéis.
Dalbiane Ribeiro, cantor sertanejo da dupla Santo Amarildo e Dalbiane, representou os músicos durante a audiência, pedindo bom senso na fiscalização. "A fiscalização é muito pesada na abordagem. Vamos entrar num meio termo e deixar a gente trabalhar", apelou.
O empresário Wilton Marques, conhecido como Bocão, suplente de vereador e proprietário do Grélla's Bar, compartilhou sua experiência de ter investido em janelas acústicas para reduzir o impacto do som em seu vizinho. "Não dá para igualar todo mundo, a aplicação da lei precisa ser proporcional e razoável, avaliando caso a caso", defendeu.
Vereadores falam
A vereadora Elis Enfermeira (PL), relatora da Comissão de Meio Ambiente, enfatizou a importância de ouvir todas as partes envolvidas para legislar da melhor maneira possível. "Cada um vive uma realidade diferente", disse.
O vereador Pacheco Cabeleireiro (PP), presidente da comissão, manifestou sua preocupação com as crianças autistas e relatou a existência de denúncias entre os próprios donos de estabelecimentos, motivadas pela concorrência. "Precisamos readequar essa lei para preservar a cadeia produtiva do município que movimenta Cáceres", defendeu.
O vereador Jerônimo Gonçalves (PL) sugeriu a definição de limites objetivos e decibéis em locais e horários específicos, criando regras diferentes e limites sonoros ajustados para cada zona da cidade (comercial, residencial e cultural).
O vereador Cézare Pastorello (PT) defendeu a criação de uma nova lei de uso e costumes em Cáceres, que contemple não apenas a questão da música, mas também outros problemas como o barulho de escapamentos de motocicletas e a queima de fogos de artifício.