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Após mais de 12 horas de julgamento, o Tribunal do Júri de Barra do Bugres condenou, na noite de hoje (24), Francinaldo José da Silva e Talita Canavarros Soares pela morte brutal do próprio filho, um bebê de apenas 39 dias. O crime ocorrem em 2 de janeiro de 2021.
O Conselho de Sentença acolheu a tese do Ministério Público Estadual (MPE) de que a criança não foi vítima de um acidente, mas sim de sessões de espancamento que resultaram em um traumatismo craniano irreversível.
O juiz Lawrence Pereira Midon leu a sentença fixando as penas em:
Talita Canavarros Soares teve a pena-base foi fixada em 12 anos de prisão, com reconhecimento de atenuante de confissão, ainda que qualificada, e agravante pelo fato de a vítima ser criança e filha da ré, resultando em pena efetiva de 14 anos de reclusão. Pelo delito de fraude processual, a pena foi de seis meses de detenção e dez dias-multa, somando 14 anos e seis meses de detenção, mais dez dias-multa. O magistrado autorizou o imediato cumprimento da sentença e decretou a prisão preventiva dela.
Quanto a Francinaldo José da Silva o juiz fixou a pena máxima em 12 anos de reclusão, com reconhecimento de atenuante de confissão espontânea. Não foi aplicada a agravante de paternidade, com base em entendimento pacificado sobre analogia paterna. Por outro lado, foi reconhecida a agravante do crime ter sido praticado contra criança, fixando a pena em oito anos de reclusão pelo homicídio. Pela fraude processual, a pena foi de seis meses de detenção e dez dias-multa, totalizando oito anos e seis meses de detenção, mais dez dias-multa. O regime inicial de cumprimento da pena foi definido, e Francinaldo teve concedido o direito de apelar em liberdade.
Cérebro destruído e múltiplas fraturas
O ponto mais dramático do julgamento foi a exposição do laudo pericial assinado por um neurocirurgião. O promotor Roberto Arroio Farinazzo Junior não poupou detalhes ao descrever a agonia da vítima.
Segundo a acusação, o crânio do bebê apresentava diversas fraturas e o cérebro estava "destruído" por golpes repetidos.
"Quando achamos que chegamos ao limite da maldade humana, percebemos que ela é ilimitada. Isso é uma barbárie", afirmou o promotor ao exibir fotos do recém-nascido com dezenas de hematomas roxos pelo corpo.
A perícia constatou que as lesões tinham colorações diferentes, o que prova que a criança era torturada sistematicamente antes do golpe fatal. "Ou davam socos na cabeça, ou jogavam no chão, ou arremessavam contra a parede", completou a promotoria.
Frieza e deboche no banco dos réus
Depoimentos de investigadores que atuaram no caso em 2021 reforçaram a convicção dos jurados. A investigadora Adriana Oenning relatou que, no dia do crime, a mãe demonstrava uma frieza atípica e chegou a ser "debochada" com a equipe policial.
No plenário, Talita admitiu ter derrubado o filho enquanto estava bêbada, mas negou a intenção de matar. "Eu sou dura, não consigo chorar", justificou a ré.
Francinaldo, por sua vez, tentou se eximir da culpa direta pelas agressões, embora tenha admitido que ouviu o barulho da queda na varanda e não socorreu o filho e nem chamou o Samu.
Ele insinuou que Talita, sob efeito de álcool, perdia o controle e que já havia tentado esfaqueá-lo no passado. Durante os debates, ele chorou ao ver as imagens do filho morto, enquanto Talita evitou olhar para as provas.
Cena do crime lavada
A acusação também provou a qualificadora de fraude processual. Policiais relataram que, apesar das tentativas do casal de limpar a varanda da residência, a perícia encontrou manchas secas de sangue humano no contrapiso.
O Ministério Público sustentou que o casal gastou tempo tentando apagar os vestígios da violência em vez de acionar o Samu para salvar o bebê, que foi deixado agonizando na cama até a morte.
Com a decisão dos jurados, os réus saem do fórum direto para o sistema prisional para o cumprimento das penas em regime fechado, sendo que Francinaldo teve concedido o direito de apelar em liberdade.
Policiais militares do 28º Batalhão prenderam um homem de 49 anos por tentativa de homicídio na madrugada desta terça-feira (24), em Jaciara. O suspeito foi detido em flagrante após efetuar um disparo de arma de fogo contra um homem de 59 anos.
A equipe do 28º BPM foi acionada por uma testemunha, que denunciou que um amigo havia sido atingido por um tiro. O denunciante informou ainda que o crime aconteceu em sua residência, localizada em um bairro da cidade.
No local, os policiais confirmaram os fatos e encontraram a vítima caída no chão, com ferimento de arma de fogo no abdômen. Questionado pela PM, o homem afirmou não saber quem teria sido o autor do disparo. Em seguida, uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada e encaminhou a vítima para uma unidade de saúde.
A testemunha relatou aos policiais que, na verdade, ele seria o alvo do atirador, mas o amigo acabou sendo atingido por engano. Segundo o denunciante, o suspeito teria uma rixa antiga com ele e foi até o endereço com a intenção de matá-lo, fugindo logo após efetuar o disparo.
Com base nas características repassadas, os policiais realizaram diligências e localizaram o suspeito em sua residência. Ao ser abordado, ele confirmou envolvimento no crime, porém não revelou onde havia escondido a arma utilizada.
O homem foi preso e encaminhado à delegacia de Jaciara para registro da ocorrência e demais providências cabíveis.
Um homem de 28 anos foi encontrado morto na manhã desta terça-feira (24) em uma estrada rural que dá acesso ao distrito de Galileia, em Rondonópolis. A vítima foi identificada como Edmilson Martins dos Santos Júnior. O corpo foi localizado por populares, que acionaram as autoridades.
De acordo com informações da Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), o homem apresentava diversas perfurações pelo corpo, a maioria na região da cabeça, possivelmente causadas por disparos de arma de fogo.
Ainda conforme o boletim de ocorrência, Edmilson possuía quase 20 passagens criminais.
A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) esteve no local para realização dos trabalhos periciais. Em seguida, o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), onde passará por exames que devem apontar a causa da morte.
As circunstâncias do crime, bem como a autoria, ainda são desconhecidas. O caso segue sob investigação da Polícia Civil.
A Câmara de Cáceres convocou sessão extraordinária para esta quarta-feira (25/03), às 19h, com o objetivo de votar o Projeto de Lei Complementar Executivo nº 006/2026. A proposição, de autoria do Poder Executivo, visa complementar o vencimento dos Professores da Educação Básica do município, adequando-o ao Piso Salarial Profissional Nacional do Magistério.
A convocação, assinada pelo presidente da Câmara, Flávio Negação (MDB), foi feita com base nos artigos 23, 24, inciso VII, alínea “k”, e artigo 282, inciso II do Regimento Interno da Casa. A urgência na votação do projeto foi destacada pelo próprio presidente.
"Considerando que como se trata de pagamento dos professores, e para não prejudicar os trabalhadores, por isso a urgência de realizar a sessão extraordinária ainda para esta semana", afirmou Flávio Negação.
Ele enfatiza que a expectativa é que a votação ocorra de forma célere, "garantindo a complementação salarial aos profissionais da educação e o cumprimento do Piso Nacional do Magistério".
No começo da manhã desta terça-feira (24/03), por volta das 06h, a Polícia Militar foi acionada via CIOSP com a informação de que havia um cadáver localizado nas imediações do antigo cemitério do bairro Junco.
Após a solicitação, a equipe de rádio patrulha deslocou-se imediatamente até o local, onde populares indicaram o ponto exato onde o corpo se encontrava. O cadáver já estava em avançado estado de decomposição, o que inicialmente impossibilitou a identificação.
Foi realizado o isolamento da área e, posteriormente, a Polícia Civil e a Politec foram acionadas, sendo executados os trabalhos periciais de praxe.
Após os procedimentos no local, o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para as providências cabíveis. O caso passou a ser investigado pela Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
Identificação
Após a realização dos trabalhos periciais, a Perícia Técnica conseguiu identificar a vítima como sendo João Vitor Oliveira do Nascimento, de 18 anos, morador de uma vila localizada no bairro Junco.
O desaparecimento
Na madrugada do último dia 17 de março, a senhora Rosenilda de Oliveira procurou a delegacia de polícia para comunicar o desaparecimento de seu filho, João Vitor, de 18 anos, que havia saído de casa e não retornado. Segundo ela, o aparelho celular do jovem também estava desligado.
Ainda de acordo com a mãe, João Vitor é portador de esquizofrenia e saiu de casa utilizando uma bicicleta de cor branca. Ela relatou ainda que o filho não tinha o costume de permanecer tanto tempo fora de casa e, diante da situação e bastante preocupada, decidiu procurar a delegacia para registrar o desaparecimento e solicitar providências.