Um homem, ainda não identificado, foi encontrado morto na noite de ontem, quinta-feira (27), em um matagal no bairro Jardim Ikaray, em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá. Segundo a Polícia Militar, o corpo foi localizado por moradores da região.
Conforme consta no boletim de ocorrência, populares foram até a área de mata para descartar lixo, quando encontraram o corpo aparentemente sem sinais vitais e acionaram a PM. Ao chegar ao local, os policiais localizaram a vítima em meio à vegetação.
Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada e constatou a morte. A identidade do homem não foi confirmada no momento do registro da ocorrência.
A área foi isolada e preservada pela Polícia Militar até a chegada das equipes da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), que realizaram os procedimentos periciais necessários. As circunstâncias da morte e a identificação da vítima deverão ser esclarecidas durante a investigação.
Polícia Federal deflagrou, na manhã desta sexta-feira (28), a Operação Arcanjo, para desarticular uma organização criminosa investigada por comprar, transportar e comercializar ouro de origem ilícita. O grupo teria negociado aproximadamente 17,3 quilos do minério e movimentado mais de R$ 5,2 milhões em recursos relacionados às operações investigadas.
Ao todo, os policiais cumprem 22 mandados de busca e apreensão e dois de prisão preventiva em Cuiabá, Várzea Grande, Poconé e Pontes e Lacerda, em Mato Grosso, além de Campo Grande (MS) e São José do Rio Preto (SP).
Segundo a investigação, a organização atuava em diferentes etapas da cadeia do ouro, envolvendo fornecedores, operadores financeiros, intermediários, transportadores e compradores.
O esquema teria início na região de Poconé, onde o minério era adquirido de garimpeiros que atuavam de forma ilegal. Os pagamentos eram realizados pelo núcleo financeiro do grupo, inclusive com o uso de contas bancárias de terceiros para dificultar o rastreamento da origem e do destino dos valores.
Após a aquisição, o ouro era levado para São José do Rio Preto, onde era recebido e mantido em um estabelecimento utilizado para a custódia e posterior comercialização do minério.
Na cidade paulista, o ouro era intermediado até chegar aos compradores finais, completando o ciclo de circulação e venda do material.
As investigações também identificaram mecanismos que, segundo a PF, eram utilizados para ocultar e dissimular os valores obtidos com as negociações. Parte do dinheiro era pulverizada por meio de transferências eletrônicas e saques de grandes quantias em espécie.
A análise financeira permitiu aos investigadores reconstruir parte da estrutura e da dinâmica do grupo criminoso, apontando a participação de diferentes integrantes em funções específicas dentro do esquema.
Os investigados podem responder, em tese, pelos crimes de usurpação de matéria-prima pertencente à União, lavagem de dinheiro e associação criminosa, além de outros delitos que possam ser identificados durante o avanço das diligências.
Uma mulher de 38 anos foi presa na tarde de ontem, quinta-feira (27) após ser flagrada furtando dinheiro e maços de cigarro dentro da casa de uma idosa de 82 anos, em Confresa/MT. A vítima dormia quando percebeu a presença da suspeita no imóvel e começou a gritar por socorro. O filho da idosa interveio e conseguiu conter a mulher até a chegada da Polícia Militar.
Segundo o boletim de ocorrência, a equipe policial foi acionada por volta das 15h46 para atender à ocorrência. Aos militares, a idosa relatou que conhecia a suspeita e que, devido à relação de confiança entre as duas, a mulher tinha livre acesso à residência.
Ainda conforme o relato, a vítima estava dormindo quando percebeu a conhecida dentro da casa. Ao verificar o que estava acontecendo, teria flagrado a mulher pegando dinheiro e outros pertences.
Assustada, a idosa gritou por socorro. O filho dela, de 47 anos, ouviu os pedidos de ajuda e entrou em luta corporal com a suspeita, conseguindo imobilizá-la até a chegada dos policiais.
Conforme o registro policial, foram recuperados R$ 243 em dinheiro e dois maços de cigarro que teriam sido retirados da residência.
Durante a ocorrência, a suspeita apresentava uma lesão na boca e escoriações em um dos braços. Já o filho da vítima ficou com escoriações nas duas pernas.
A mulher foi detida e encaminhada à delegacia para as providências cabíveis. O caso deverá ser apurado pela Polícia Civil.
Na tarde desta quinta-feira, (27), por volta das 16h, a Polícia Judiciária Civil foi acionada após a localização de um corpo no Rio Paraguai, no município de Porto Estrela/MT.
As informações inicialmente repassadas indicavam que o corpo seria de um homem identificado como Jair Jesus de Proença, de 63 anos. Segundo relatos, ele teria sido visto pela última vez por um amigo na terça-feira, (25), quando estava em sua embarcação, às margens do Rio Paraguai.
Diante dos fatos, a autoridade policial foi comunicada, assim como o Instituto Médico Legal (IML), e a equipe se deslocou até o local indicado. Ao chegar às margens do rio, os policiais encontraram dois militares do Corpo de Bombeiros de Cáceres, que aguardavam juntamente com uma neta da vítima.
Em seguida, a equipe seguiu em uma embarcação por aproximadamente 30 minutos, rio abaixo, até o ponto indicado, onde o corpo havia sido localizado por familiares e conhecidos durante a manhã.
Em conversa com a filha e a neta da vítima, elas relataram que Jair Jesus possuía histórico de problemas cardíacos, hipertensão arterial e diabetes, além de outras condições de saúde.
Ainda segundo os familiares, ele havia saído na segunda-feira com destino ao seu pesqueiro, como costumava fazer, e pretendia retornar após dois dias.
Conforme o relato, um amigo/conhecido, identificado como João, teria avistado a embarcação da vítima parada próxima a uma banca de areia e pedras na manhã de terça-feira. Ao retornar ao local durante o período noturno, constatou que a embarcação permanecia no mesmo ponto, circunstância que lhe causou estranheza.
Diante disso, João comunicou o fato à família. Os familiares então seguiram até o local onde a embarcação estava atracada e constataram que os pertences da vítima permaneciam em seu interior, incluindo roupas e outros objetos pessoais.
Foram realizadas buscas pelas margens do rio e nas proximidades do pesqueiro, porém a vítima não foi localizada. Diante da situação, os familiares se dirigiram até a Polícia Militar de Porto Estrela/MT, onde registraram um boletim de ocorrência por desaparecimento.
Na manhã desta quinta-feira, (27), familiares e amigos retornaram ao local e localizaram o corpo da vítima boiando e enroscado em alguns galhos no rio, na margem esquerda, no sentido de descida da correnteza.
O corpo foi encontrado a aproximadamente 15 a 20 minutos de barco do ponto onde a embarcação da vítima havia sido localizada anteriormente.
Diante dos fatos, o corpo foi removido e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Tangará da Serra/MT, onde serão realizados os procedimentos periciais cabíveis.
As circunstâncias da morte deverão ser apuradas pelas autoridades competentes.
Um jovem foi agredido e alvo de um disparo de arma de fogo na noite de ontem, quarta-feira (26), na Avenida São Paulo, região central de Pontes e Lacerda. Segundo relato da própria vítima, o autor seria um vizinho.
A Polícia Militar e equipes do Bope estiveram no local, colheram informações e iniciaram rondas para tentar localizar o suspeito.
De acordo com o jovem, ele chegou à residência de motocicleta e buzinou algumas vezes para que a avó abrisse o portão.
Nesse momento, um morador de uma residência vizinha teria saído do imóvel e começado a fazer ofensas contra ele.
Ainda segundo o relato da vítima, o vizinho estaria armado e teria dado coronhadas na cabeça do jovem.
Na sequência, o suspeito teria efetuado um disparo em direção à vítima.
O jovem não foi atingido pelo tiro.
Segundo a vítima, uma mulher que estava nas proximidades teria puxado o suspeito durante a confusão.
Depois disso, o homem deixou o local e não havia sido localizado até a última atualização.
Imagens de câmeras de segurança registraram a movimentação durante a ocorrência.
As forças de segurança já tiveram acesso ao material, que deverá auxiliar na identificação e localização do suspeito e na apuração da dinâmica dos fatos.
Equipes da Polícia Militar e do Bope realizaram rondas ostensivas pela região na tentativa de localizar o homem apontado como autor do disparo.
O caso deverá ser investigado para esclarecer as circunstâncias da ocorrência e eventual responsabilização criminal.
A Polícia Civil informou nesta quinta-feira, (27), que a recém-nascida descartada pela mãe em uma lixeira de um condomínio em Várzea Grande pesava 750 gramas e era fruto de uma gestação de aproximadamente seis meses. A informação é do delegado Rogério Gomes, da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), de Cuiabá.
“Aproximadamente seis meses, sexo feminino, 750 gramas. Essas foram as conclusões bem específicas do laudo de necropsia”, afirmou o delegado.
A mãe da criança afirmou que não sabia que estava grávida.
“Ela disse que não sabia, mas suspeitava, mas não procurou um acompanhamento pré-natal. O marido disse que também suspeitava, perguntou, ela disse que não sabia, que ia ver e não teve nenhuma confirmação mediante exames”, relatou o delegado.
No entanto, segundo Rogério Gomes, informações repassadas por moradores e funcionários do condomínio ajudaram a polícia a identificar a mãe da recém-nascida.
“Inclusive, uma das informações que nos ajudou a chegar até ela foram de possíveis pessoas que estariam grávidas ali. Os moradores, funcionários identificavam como sendo uma das pessoas que estariam grávidas no condomínio”, disse.
Caso
A recém-nascida foi encontrada morta na manhã de 23 de julho dentro de uma lixeira do Condomínio Chapada do Poente, no bairro Centro Sul, em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá. O corpo estava enrolado em um saco plástico preto, dentro de uma caixa de papelão.
Segundo informações obtidas pelo site RepórterMT, a bebê foi localizada por volta das 9h por coletores terceirizados responsáveis pela separação do lixo no condomínio. Ao retirar a caixa de papelão de um contêiner de coleta, um dos trabalhadores abriu a sacola e encontrou a recém-nascida já sem vida, ainda com o cordão umbilical.
Na tarde desta quinta-feira (27), por volta das 16h30, um homem de 52 anos, morador de Mirassol D’Oeste, procurou a 1ª Delegacia de Polícia Civil de Cáceres para denunciar um possível golpe envolvendo uma suposta plataforma de investimentos e realização de tarefas.
Segundo o relato apresentado aos investigadores de plantão, no dia 1º de agosto, o homem recebeu uma mensagem pelo aplicativo Telegram, relacionada a um site denominado “Temu”, na qual era divulgada uma plataforma que prometia ganhos em dinheiro após a realização de diversas tarefas.
De acordo com a vítima, para iniciar as atividades era necessário realizar transferências em dinheiro para liberar as tarefas. O trabalho consistia, entre outras ações, na publicação de anúncios. Além disso, ele teria sido orientado a abrir contas virtuais nos aplicativos OKX e Binance, onde os valores supostamente seriam depositados.
Acreditando que estava diante de uma oportunidade de investimento, o homem passou a adquirir diversas tarefas e realizou transferências que totalizaram aproximadamente R$ 50 mil.
Ainda conforme o relato, após realizar os depósitos, o sistema passou a apresentar um suposto saldo de R$ 127 mil em suas contas virtuais. Porém, quando tentou retirar o dinheiro, não conseguiu sacar qualquer valor.
Diante da situação, o homem percebeu que poderia ter sido vítima de um golpe e procurou a Polícia Civil para registrar a ocorrência e solicitar providências. Ele apresentou aos investigadores comprovantes das transferências realizadas durante a suposta compra das tarefas.
O caso foi registrado e deverá ser investigado pela Polícia Civil, que irá apurar a origem da plataforma, os responsáveis pelas movimentações e o destino dos valores transferidos pela vítima.