O corpo do homem encontrado no quintal de um conjunto de quitinetes em Sinop, com os braços amarrados pelos cotovelos e com marcas de tiros na nuca, foi identificado como sendo do jovem Jean Francisco Aranda dos Santos, de 21 anos.
O rapaz foi deixado ao lado de um bilhete escrito “proibido roubar na quebrada”. De acordo com o Só Notícias, as investigações preliminares indicam que o homem teria sido sufocado com uma corda e, posteriormente, baleado por trás na cabeça.
Na noite de ontem, domingo (14), próximo ao km 1039 da BR-163, em Matupá/MT, uma equipe da Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizando policiamento deparou-se com um veículo estacionado de maneira suspeita em uma área isolada. O veículo estava desocupado e, ao avistarem o condutor, este empreendeu fuga ao perceber a presença dos policiais.
Apesar dos esforços da equipe da PRF, o suspeito conseguiu escapar ao adentrar em um local desconhecido. Dentro do veículo, os policiais encontraram 19 pacotes dispostos em compartimentos projetados para o transporte ilegal de carga, conhecidos como mocó.
Ao todo, foram apreendidos 19 tabletes de entorpecentes , sendo 15 (quinze) de skunk e 04 (quatro) de cocaína. Todo o material apreendido foi entregue à Polícia Judiciária Civil em Matupá, MT.
Na manhã desta segunda feira, (15), por volta das 10Hs, a Polícia Rodoviária Federal durante fiscalização de rotina no posto operacional da 3ª delegacia de Cáceres realizou a abordagem a um veículo Mercedes Benz 1214, de cor banca, sendo que, durante a checagem foi verificado que o veículo possuía registro de furto no estado de São Paulo.
Ao ser questionado sobre a situação o proprietário do veículo de iniciais W.N. de 25 anos, o mesmo relatou que o seu irmão havia comprado o veículo recentemente e transferido para o seu nome, mas que, não tinha conhecimento que o veículo estava como queixa de furto.
Após o relato do condutor do veículo, a equipe entrou em contado com o seu irmão e que o mesmo passou a relatar que na verdade isso foi uma grande confusão, pois, foi realizar um boletim de ocorrência de furto de outro veículo de sua propriedade e acabou colocando a placa deste, ora abordado.
Diante da situação o condutor e o veículo foram encaminhados ao CISC para a regularização.
O presidente da associação dos permissionários do Shopping Popular, Misael Galvão, declarou no Palácio Paiaguás que os comerciantes devem recomeçar os trabalhos no estacionamento do centro comercial, no complexo Dom Aquino.
“O lugar que nós recebemos foi aquele espaço ali. E aquele espaço é abençoado para o Shopping Popular. E o Shopping Popular veio pra ficar e pra fazer diferente. Com apoio do Governo do Estado, como do Governo municipal e do Governo federal, nós vamos recomeçar ali naquele espaço. Nós vamos recomeçar nem se for com os nossos tripés. Nós vamos recomeçar ali, vamos usar o Complexo Dom Aquino que o Shopping Popular mesmo cuida e mantém”, declarou Misael.
Misael diz que foi pego de surpresa com o fogo. Que nada indicaria uma tragédia iminente. “Ontem à tarde, eu estava trabalhando normal. Às três horas da manhã eu fui chamado para a tragédia. Eu ainda não tenho nenhum planejamento. É uma tragédia muito incalculável. O que tem certo: o Shopping Popular vai reeguer com o apoio do Governo”, disse.
O Governo vai agir em duas frentes: na reconstrução do prédio e na liberação de crédito para o capital de giro dos comerciantes. A proposta apresentada pelo deputado Lúdio Cabral, de um crédito de R$ 120 mil, como aconteceu com comerciantes do Rio Grande do Sul, foi bem recebida e deve ser colocada em prática
O Shopping Popular, como conhecemos hoje, foi reinaugurado em 2014. O espaço tinha mais de 600 boxes numa área de 10 mil metros quadrados. Cerca de 3 mil pessoas trabalhavam no centro comercial.
Imagens aéres, feitas pela TV Comunitária de Cuiabá mostram o estrago provocado pelo fogo.
Na manhã desta segunda feira, (15), o Delegado de Polícia Civil, Dr. Marlon Nogueira, durante uma entrevista ao site Ripanosmalandros falou sobre o crime de homicídio consumado e de forma tentada acontecido na noite de ontem, (domigo), em uma choperia famosa na cidade de Cáceres.
Após crime, em uma ação rápida da Polícia Militar em ação conjunta com a Força Tática e Polícia Civil, os envolvidos no crime foram presos e já estão a disposição da justiça.
Na tarde de ontem, (14) domingo, por volta das 17Hs, investigadores de plantão na 1DP receberam uma informação do gerente da fazenda baiazinha, cerca de 68km de Cáceres, na região do pantanal, que haviam encontrado um cadáver boiando no rio.
Após a informação a equipe juntamente com a Politec se deslocou ao local do fato, onde foram recebidos pelo gerente do hotel, relatando que um dos funcionários navegando pelo rio, de longe, avistou um objeto boiando no rio, mas, ao se aproximar foi verificado que se tratava de um corpo humano, então, foi arrastado até as margens e posteriormente a polícia foi acionada.
Segundo a polícia, após os trabalhos da perícia foi constatado que a vítima se trata de Max de Paiva Moreno, de 28 anos, de nacionalidade boliviana e que, há dias o mesmo se encontrava desaparecido no rio Jauru.
O corpo foi recolhido e encaminhado ao IML para as devidas providências.
Na noite de ontem, (14), domingo, por volta das 22Hs a Polícia Militar foi acionada para atender uma ocorrência de disparos de arma de fogo na lanchonete e choperia Grellas, e que, no local haviam duas pessoas alvejadas.
Após a solicitação a rádio patrulha foi rapidamente ao local e constatou a veracidade dos fatos, onde foi solicitado o corpo de bombeiros onde foi confirmado que a vítima Leonardo Nascimento Santana, de 29 anos, já se encontrava em óbito, que a outra vítima de iniciais A.V.L.L. de 24 anos, foi socorrida e encaminhada ao hospital regional com o quadro clínico complexo.
A Polícia Militar realizou o isolamento do local e posteriormente acionou a equipe da Polícia Civil e a Politec que compareceram ao local e realizaram os trabalhos de praxe.
Todas as equipes de serviço do 6º batalhão com apoio do setor de inteligência, Força Tática e Polícia Civil realizaram rondas pela cidade em busca dos suspeitos, sendo que, alguns minutos depois conseguiram encontrar a moto Honda Titan de cor vermelha, utilizada pelos atiradores, caída ao solo, na Rua das Turquesas, toda danificada, onde em conversa com populares informaram que a referida moto se envolveu em um acidente logo após o crime e que os suspeitos continuaram a fuga a pé, então, durante buscas no perímetro foi encontrado um carregador de pistola municiado com quinze munições de Cal. 380.
Algum tempo depois as equipe receberam uma informação que alguns indivíduos com as mesmas características dos atiradores haviam adentrado em uma casa localizada no residencial jardim universitário.
Em posse das informações e do endereço as equipes se deslocaram até o local indicado e realizaram o cerco a residência, que ao chegar no portão foi percebido que o suspeito posteriormente identificado como de iniciais G.A.A. de 19 anos, estava no interior da casa e que, ao perceber a presença da polícia, gritou “corre, polícia”, momento que os demais suspeitos tentaram correr, pulando o muro da casa, porém, não conseguiram devido ao cerco policial e retornaram ao interior do imóvel, se escondendo nos quartos e no banheiro.
Como o portão estava trancado foi necessário arrombá-lo, bem como a porta da frente para adentrar a residência, com isso, os demais suspeitos foram abordados, sendo identificados como; R.P.S. de 35, J.M.S. de 23, K.H.S. de 18 anos e uma adolescente de 16 anos.
Durante as buscas na residência foi localizada a pistola Cal 380 municiada com dezessete munições, que segundo a polícia, foi à arma utilizada no crime, bem como, um celular Samsung de cor branca, cinco munições de Cal 22, um kit de manutenção de armamento com diversas ferramentas e um pedaço de maconha.
Segundo a polícia, os suspeitos afirmaram ser integrantes de uma facção criminosa e que estariam na cidade para cometer crimes de homicídios contra membros da facção rival.
Diante da situação os suspeitos foram encaminhados ao CISC para as devidas providências.
O caso segue sendo investigado pela DHPP (Divisão de Homicídios e Proteção á Pessoa).